terça-feira, 6 de novembro de 2012

Catálogo da Arquidiocese de Olinda e Recife


O novo Catálogo da Arquidiocese de Olinda e Recife foi lançado e entre as novidades está a organização das paróquias por Vicariatos Episcopais e  as pastorais agrupadas de acordo com as respectivas comissões.

O anuário pode ser adquirido na Cúria Metropolitana por R$ 15,00.  Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (81) 3271-4270, com Eliane. O expediente é de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.

domingo, 4 de novembro de 2012

Festa da Vitória Régia, em Casa Forte



         A Festa da Vitória Régia é um dos eventos mais tradicionais do Recife, já incorporado ao calendário turístico e cultural da cidade. Promovida pela Paróquia de Casa Forte com o objetivo de arrecadar fundos para Creche Beneficente Menino Jesus e a casa da Criança Marcelo Asfora, que juntas acolhem mais de 300 crianças de 0 a 14 anos, a festa conta com o apoio de mais de 1200 voluntários. 

 
A Festa da Vitória Régia caracteriza-se pela diversidade de atrações direcionadas a todas as faixas etárias. Faz parte da programação o tradicional grupo de Pastoril, shows com atrações artísticas de renome, feira de artesanato, parque de diversões, pintura no asfalto, variedades de comidas e bebidas, além de outras ações direcionadas ao público infantil.


Este ano, além do Maestro Forró, Território Nordestino, Benil e Banda Vox Dei, a Festa contará com a participação muito especial de Santanna - O cantador !

Confira aqui as atrações da 34ª FESTA DA VITÓRIA RÉGIA :









09/11 - SEXTA FEIRA
18:00
Abertura - Creche Beneficente Menino Jesus
18:30
Casa da Criança Marcelo Asfora
19:05
Pastoril
19:50
Banda Mercado
21:00
Anos Dourados
22:00
Orquestra Metais Banda Show
23:00
Maestro Forró e OPBH



10/11 - SÁBADO
18:00
Pastoril
19:00
Trio Pau de Arara
20:20
Liv Moraes
21:40
Território Nordestino e Convidados
23:00
Santanna "O Cantador"






11/11 - DOMINGO
9:00
Atividades na praça
11:00
Maracatu Traga a Vasilha
11:40
Maracatu Tambores D'Olorum
13:00
Bira Simão
14:00
Sunset Som de Praia
15:00
Lucas Rodrigues e Juliana Cantarelli
16:00
Projeto Canta PE
17:00
Pastoril
18:00
Benil
19:10
Banda Vox Dei

Dia de todos os santos


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Dia de Finados

Faça as pazes com a morte


Quem quer saber da morte? Ninguém. Ninguém quer morrer, e, no entanto, todos vamos morrer. Temos horror à morte e nos desesperamos inconsoláveis quando perdemos um ente querido. Se a morte é uma certeza, não seria melhor nos reconciliarmos logo com ela, melhorarmos nossa relação com ela?
Nossa cultura não lida bem com a morte. Esconde-a. Morre-se, hoje, na UTI, sem assistência dos entes queridos, sem o afeto da família. A morte virou um grande negócio nos hospitais. Arrasta-se a vida quase vegetativa até não mais poder.
Nossa cultura banalizou a morte. São tantas as mortes no trânsito e na violência urbana, que não passam de números e estatísticas frias. Nas guerras, nas catástrofes impressionam mais os estragos físicos do que a morte de seres humanos.
Nossa cultura mente, adiando indefinidamente a morte. "Você vai ficar bom, não há de ser nada", se diz a um moribundo, perdendo-se a chance de ajuda-lo a enfrentar seus últimos momentos com o conforto da fé.
A morte é um evento natural, líquido e certo na vida de cada um. Como cristãos, podemos ter uma relação mais harmoniosa com a morte. Precisamos fazer as pazes com a morte. Segundo o Novo Testamento, "o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor". É o que está escrito na Carta aos Romanos (Rm 6,23). A morte foi vencida pela ressurreição de Cristo, já não pode mais nos assustar. Fomos sepultados com ele, pelo batismo, na sua morte. Agora, já participamos de sua vitória, de sua ressurreição. Assim, a morte já não tem mais poder. Ela foi vencida pela ressurreição de Cristo. Nosso caminho é o da vida, mesmo passando pela morte.
São Francisco de Assis fez as pazes com a morte. Tomou-a por irmã. Integrou-a no rol de todos os seres e eventos de sua vida humana, a um tempo frágil e destinada à vida eterna. São Francisco preparou o momento de sua morte. Convocou os frades para entoarem o cântico das criaturas, onde um verso dizia: "Louvado sejas, meu Senhor, por nossa Irmã, a morte corporal, da qual homem algum pode escapar!". Fez as pazes com a morte.
Santo Agostinho, também ele reconciliado com a morte, deixou escrito:
"A morte não é nada. Eu somente passei para o outro lado do Caminho. Eu sou eu, vocês são vocês. O que eu era para vocês, eu continuarei sendo. Me deem o nome que vocês sempre me deram, falem comigo como vocês sempre fizeram. Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas, eu estou vivendo no mundo do Criador. Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos. Rezem, sorriam, pensem em mim. Rezem por mim. Que meu nome seja pronunciado como sempre foi, sem ênfase de nenhum tipo. Sem nenhum traço de sombra ou tristeza. A vida significa tudo o que ela sempre significou, o fio não foi cortado. Porque eu estaria fora de seus pensamentos, agora que estou apenas fora de suas vistas? Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do Caminho. Você que aí ficou, siga em frente, a vida continua, linda e bela como sempre foi." (Santo Agostinho)
Pe. João Carlos Ribeiro 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Carta aos catequistas

Catequistas discipulos missionários PDF Imprimir E-mail

Escrito por Ir. Zélia Maria Batista   
“Dou graças a meu Deus todas as vezes que me lembro de vós. Sempre, em todas as minhas orações, rezo por vós com alegria, por causa da vossa comunhão conosco na divulgação do evangelho, desde o primeiro dia até agora”. (FL. 1,3-5).
Inspirada pela carta amorosa e transbordante de ternura que Paulo dirige ao povo de Filipos, pensei em cada um de vocês, catequistas, ao refletir essa leitura durante a Celebração Eucarística que nós, assessores, participamos todos os dias, aqui na CNBB.
Nesse mês missionário, somos convocados a REFLETIR a nossa vocação de discípulo missionário, conforme nos aponta o Documento de Aparecida. Muito mais que refletir, somos convidados a nos RE-ENCANTAR, isto é, criar espaço para as moções do Espírito, entrar nesse movimento dinâmico e inovador, deixar-se CONDUZIR para que o encantamento inicial, a admiração, tome conta do nosso SER CATEQUISTA.
Que tal voltar às fontes e fazer memória desse CHAMADO, desse ENCONTRO que marcou definitivamente a sua existência como catequista? “Tenho certeza de que aquele que começou em vós uma boa obra há de levá-la à perfeição até o dia de Cristo Jesus.” Fl 1, 6 Aquele que é razão desse encantamento, Jesus Cristo, que um dia nos chamou pelo nome lá onde nos encontrávamos, no cotidiano das nossas vidas, é fiel, continua presente de uma forma discreta e sutil, é o Deus da caminhada, da travessia, que pedagogicamente vai se revelando, é o Deus de Jesus Cristo. Revela-se do seu jeito não do nosso, por isso é sempre surpreendente e inusitado.
Como catequista, quais os SINAIS de Deus, da sua ação amorosa, que lhe confirmam na MISSÃO? “É justo que eu pense assim a respeito de vós todos, pois a todos trago no coração,porque, tanto na minha prisão como na defesa e confirmação do evangelho, participais na graça que me foi dada”.FL 1, 7 A filiação divina nos faz participantes da mesma GRAÇA, somos filhos e filhas do mesmo Pai, irmãos de Jesus Cristo, irmanados pelos laços do Espírito possibilitamos que a TRINDADE SANTA faça morada em nosso corpo, em nossa existência e na fragilidade das nossas limitações, expressamos a totalidade do amor de Deus.
Comungamos da mesma GRAÇA, que nos possibilita realizar a missão com leveza e gratuidade, descobrindo em cada desafio, que o Senhor nos capacita com seus dons. Na sua missão como Catequista, você se sente agraciado, amado e capacitado por Deus? “Deus é testemunha de que tenho saudade de todos vós com a ternura de Cristo Jesus. E isto eu peço a Deus: que o vosso amor cresça sempre mais, em todo o conhecimento e experiência, para discernirdes o que é melhor”. FL 1, 8-10. A relação que Paulo estabelece com as comunidades é extremamente afetiva e terna, sente saudade, porque criou laços...Preocupa-se, porque sabe das dificuldades e das limitações humanas, por isso, exorta-os para que o amor cresça, supere as diferenças e seja determinante nas escolhas.
Aprendemos de Paulo, que a vocação é expressão do amor de Deus e que o seguimento a Jesus Cristo concretiza-se nas relações que somos capazes de estabelecer com os outros. Será que a nossa catequese é capaz de possibilitar momentos de interação, de partilha, onde se acolhe e respeita o SER do/a catequizando/a na sua totalidade? Qual a nossa postura como catequistas, diante de uma sociedade discriminatória e excludente? Querido/as catequistas, agradecemos pelos catequistas discípulos missionários, DOM-GRAÇA, derramada sobre as nossas comunidades como expressão da fidelidade Daquele que vos chamou.
Pela Comissão, Ir. Zélia Maria Batista, CF.

domingo, 28 de outubro de 2012

Crisma, em Casa Forte



- “nossa celebração tem significado especial porque vamos celebrar a presença do Espírito Santo na vida da comunidade e de cada um dos crismandos”  Foi  assim que, no último dia 24/10, Dom Fernando Saburido, inicio a Celebração da Crisma na Matriz de Casa Forte.

Foi uma belíssima celebração, em que os 39 crismandos da nossa paróquia fizeram a confirmação do Batismo, renovaram as promessas do Batismo, receberam a imposição das mãos (Esse gesto de invocação do Dom do Espírito Santo significa que Deus escolhe e consagra para uma missão) e receberam, com muita emoção, a Unção da Crisma.

Fonte: http://www.paroquiadecasaforte.com.br/2012/10/crisma-celebrada-com-muito-amor-e-emocao.html

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Ano da Fé

Arquidiocese de Olinda e Recife dá início ao Ano da Fé

Arquidiocese de Olinda e Recife, em comunhão com a Igreja em todo o mundo, inicia no próximo dia 11 de outubro o Ano da Fé. Nesta data, celebra-se os 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II e os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica. O arcebispo metropolitano preside Santa Missa às 19h, na Sé de Olinda, Região Metropolitana do Recife.

Dom Fernando Saburido convida você para participar desta celebração

O Concílio foi o maior evento da Igreja no século XX. Convocado pelo Papa João XXIII e encerrado pelo seu sucessor Paulo VI, teve a finalidade de inserir mais ainda a Igreja no mundo de hoje. O Catecismo contém a doutrina da nossa fé e foi publicado pelo Papa João Paulo II em 1992. Conhecendo mais a Igreja, o cristão vive melhor a sua fé.

Abertura do Ano da Fé
Local: Sé de Olinda
Alto da Sé, s/n, Olinda / PE
Dia: 11 de outubro de 2012
Horário: 19h

Da Assessoria de Comunicação AOR