sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Introdução aos 10 Mandamentos - Prof. Aderson Viana
Para refletir:
1º) Qual a chave que abre o sentido
dos 10 mandamentos?
R. “Eu sou Javé” . Reconhecer que quem tá falando é Javé (Eu Sou).
Identidade do amor de Deus.
2º) Que caminho os 10 Mandamentos nos indicam?
R. Indicam o caminho que o povo deve percorrer desde a casa da escravidão
(Egito) até a plena liberdade junto de Deus. Ex 19
Pela lei dos 10 Mandamentos Deus oferece o caminho certo para:
1. O povo nunca mais voltar a viver na
escravidão;
2. O povo conservar a liberdade que
conquistou saindo do Egito;
3. O povo viver na justiça e na
fraternidade;
4. O povo ser um povo organizado, sinal
de Deus no mundo;
5. O povo organizado em comunidade ser
uma resposta ao clamor de toda a humanidade;
6. O povo ser um anúncio e uma amostra
daquilo que Deus quer para todos;
7. O povo chegar à pátria perfeita do
amor de Deus e ao próximo.
3º) Quais as sete
perguntas que orientam o estudo de cada mandamento?
1. Qual o clamor ou qual a opressão que
este mandamento quer combater?
2. Qual o bem ou qual o valor que este
mandamento quer introduzir na vida do
povo?
3. Como os maus fariseus do tempo de
Jesus observavam este mandamento?
4. Como Jesus observou e completou este
mandamento?
5. Como este mandamento está sendo
observado por cada um de nós?
6. Como este mandamento está sendo
observado no nosso país como um todo?
7. Como este mandamento pode iluminar os
trabalhos da comunidade?
4º) 1º ao 3º mandamentos das exigências do amor de Deus (Mt,22,37-38) –
Respondendo as sete perguntas acima:
Primeiro Mandamento: ‘’AMAR
A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS’’ Êxodo
20,3-6
1. Não adorar outros deuses, não
fazer ídolos e não prostrar-se diante deles, nem servi-los
2. O amor a Deus sobre todas as
coisas entre o céu e a terra.
3. Eles eram tementes a Deus,
mas eram incoerentes com a prática da lei. Eles ensinavam, mas não a praticavam.
4. Jesus observou que não mais havia
amor ao próximo e completou: ‘’Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo
como a ti mesmo. ’’
5. Observo que meu amor a Deus é
verdadeiro quando amo ao meu irmão e que este amor deve ser revelado ao próximo
(nossos irmãos), em obras e serviços.
6. O povo brasileiro está sendo cada
vez mais individualista, buscando mais bens materiais do que espirituais.
Trocando o Deus verdadeiro por idólatras, tais como: dinheiro, poder, status,
prazer, etc.
7. Levar para a comunidade um Deus
misericordioso, justo, amoroso em forma de atos de solidariedade e
fraternidade.
Grupo 1: Tânia Mara, Amarildo, Valéria Luíza, Norma e Gilene.
Segundo
Mandamento: “NÃO TOMAR SEU SANTO NOME EM VÃO” Ex 20,7
1. A manifestação do nome de Deus para
justificar e reforçar a opressão.
2. Saber respeitar as coisas santas;
3. Eles invocavam o nome de Deus para
oprimir o povo. Diziam “Senhor, Senhor, mas não praticavam a Palavra de Deus.
4. No Sermão da Montanha Jesus disse
para não jurar em hipótese alguma. Mais que isso vem do maligno. (CIC 2153)
5. Não usamos o nome de Deus em vão.
6. No Brasil o nome de Deus é banalizado
em músicas, pelos políticos e na mídia.
7. A comunidade deverá usar o nome de
Deus para bendizê-lo, louvá-lo e glorificá-lo.
Grupo 2 composto por: Tereza Diniz, Mª Dalva de
Souza, Nildson Elias e Aluízio dos Santos.
Terceiro
Mandamento: “GUARDAR DOMINGOS E FESTAS” Ex 20,8-11
1. De santificação do dia do Senhor.
Combater os prazeres que o mundo nos oferece.
2. Um momento de repensar nossos valores
e se eles estão adequados ao que o Senhor nos pede. E traçar metas para o nosso
caminhar.
3. Não davam importância a este dia.
4. Cristo permite que mesmo no dia do
Senhor devemos praticar o bem, o amor, a compaixão porque o sábado foi feito
para o homem e não o homem para o sábado.
5. Como estamos na caminhada da
santidade procuramos respeitar e por em pratica este mandamento.
6. Para alguns, trabalho, para outros
com a família, para outros ainda o dia dos prazeres do mundo.
7. Despertar para o verdadeiro sentido
do dia do Senhor que é expressar a nossa gratidão e lealdade ao Senhor.
Grupo 3: Eliana
Cristina, Maria das Dores, Cíntia Santos, Laura Alves e Semíramis Costa.
domingo, 6 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Congresso Internacional de Catequese - Parte 01
Cerca de mil e seiscentas pessoas entre bispos, catequistas, agentes de pastoral, docentes e especialistas de 51 países participaram, no Vaticano, do Congresso Internacional de Catequese, ocorrido de 26 a 28 de setembro. Do Brasil esteve presente uma delegação com 50 pessoas, entre elas o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, dom Jacinto Bergmann.
A abertura do encontro foi presidida
pelo secretário do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova
Evangelização, dom Octavio Ruiz Arenas. Em entrevista à Rádio Vaticana,
dom Ruiz explicou que o objetivo do congresso, que teve como tema O
catequistas, testemunha da fé, foi “renovar e relançar o desejo de
conhecer melhor o Catecismo da Igreja Católica”. Segundo o bispo, os
participantes aprofundaram, especialmente, a primeira parte do
Catecismo. “Esse Congresso quer assim aprofundar, sobretudo, aquilo que
se encontra na primeira parte: todo o mistério da revelação de Deus,
oferecido pela verdade que o Senhor nos dá para a salvação e a nossa
resposta. Há também a necessidade de transmitir a fé com 'fidelidade'”,
disse.
Já o presidente do mesmo Pontifício
Conselho, dom Rino Fisichella, falou sobre a catequese no contexto da
nova evangelização. Lembrou que, a partir das atuais necessidades, a
Igreja é chamada a evangelizar em várias realidades e contextos
diferentes, considerando-se a rapidez das informações, o domínio da
técnica, o analfabetismo religioso, entre outros. Ressaltou, ainda, que a
catequese marca um momento central da História da Igreja. Para o bispo,
a catequese não só faz os cristãos, mas ajuda os fiéis a aprofundar a
própria identidade.
(http://www.cnbb.org.br/site/comissoes-episcopais/biblico-catequetica/12926-em-congresso-internacional-papa-lembra-que-ser-catequista-e-uma-vocacao)
Roma, 27 de Setembro de 2013
Hoje foi um dia intenso e
maravilhoso, pois no final do congresso tivemos a presença simples e afetuosa
do Papa Francisco que nos trouxe uma mensagem de uma Igreja catequética
itinerante, que não pode ter medo de ir às periferias, pois ali Deus está.
Que não deve se fechar, mas se colocar na estrada, preferindo correr o
risco de acidentes, do que viver fechado, que pode conduzir a uma Igreja
doente.
Com a conferência: “Memória
Fidei”: O dinamismo do ato da fé (memória, evento, profecia) realizada pelo
Prof. Pe. Pierangelo Sequeri, Presidente da Faculdade Teológica da Itália
(Milão) nos foi apresentado que a memória Jesus é o primeiro e fundamental
elemento constitutivo da memória fidei da Igreja, transmitida de geração
em geração e anunciada em todos os cantos da terra: Na confissão da fé,
na celebração dos sacramentos, no caminho das comunidades, na pregação. É
impossível comunicar a fé cristã em Deus sem alargar a memória evangélica de
Jesus e a memória apostólica da fé N’Ele. (DV 5-6)
Foram destacados alguns pontos:
1- A memória
Jesus como princípio e norma: a revelação como evento inclusivo da fé
apostólica;
2- A memória
fidei como argumento da lealdade intelectual e da coerência teológica da didaskalia;
3- A escritura
evangélica como dispositivo metodológico da correlação da história de Jesus e o
acesso à fé;
4- Memória,
didaskalia, profecia. O exercício da esperança dos seus fiéis a cerca do evento
de Deus na história.
A conferência proferida pelo Pe.
Robert Dodaro, O.S.A., Presidente do Instituto Patrística Agostiniano da
Pontifícia Universidade Lateranense, teve por tema “Traditio e Redditio
Symboli”. O nosso sim a Deus. Nos fez refletir sobre a questão de como se pode
pensar a tradição da Igreja com métodos e linguagens adaptados ao tempo e a
cultura em que vivemos. Esta questão ilustra duas aplicações da antiga doutrina
retórica grega e latina da propriedade lingüística como uma técnica
sistematicamente empenhada pelos padres da Igreja.
No campo catequético é preciso
adaptar o ensino da Igreja à condição atual das pessoas de hoje. Superando o
estilo e o monopólio e influência retórica da mídia moderna que prevalece sobre
a mensagem cristã. A Igreja não precisa criar meios de comunicação para
competir com a “mass mídia”, mas precisa conhecer a técnica e adaptar sua
linguagem, anunciando a mensagem cristã. Somente assim se pode transmitir um
ensino católico e comunicar com sucesso a imagem do Deus amor.
A conferência “Credibilidade da
fé: O retorno da fé a razão da transmissão da fé”, proferida pelo Pe. Krzysztof
Kauch docente de teologia fundamental de Lublino, Polônia. Nos apresentou
sua reflexão a partir de dois pontos. A relação entre fé, razão e ciência. A
explicação do Papa João Paulo II sobre a crescente secularização. Não é a fé da
Igreja que deve se adaptar ao hoje, mas a cultura ocidental moderna que
deve se renovar, que necessita de um novo espírito, uma nova esperança para
sobreviver.
“Por uma Pedagogia do ato da fé”
proferida pela Dra. Jem Sullivan, docente de catequética na Pontifícia
Faculdade da Imaculada Conceição da Casa Dominicana de Estudos – Washington
destacou que a catequese, enquanto comunicação da divina revelação, se inspira
radicalmente na Pedagogia de Deus, de Cristo e da Igreja.
“Traditio Verbi: Harmonia entre
Escritura, Tradição e Magistério” com o Pe. Alberto Franzini, pároco em
Cremona, Itália. Nos apontou o tema da natureza da revelação nos seguintes
tópicos:
1- A natureza
da revelação segundo a Dei Verbum;
2- Revelação e
Igreja
3- Tradição e
Escritura
4- Igreja e
Magistério
Com o Prof. Joel Molinário, teólogo
e diretor do Instituto Superior de Pastoral Catequética de Paris, refletimos
sobre o tema da “Acolhida do Catecismo da Igreja Católica na Catequese.
Experiências e critérios para uma plena reinserção”. A partir do Concilio
Vaticano II, do ano da fé e do Sínodo sobre a Nova Evangelização refletiu
alguns pontos:
1- O CIC e o
Vaticano II;
2- O CIC e o
Ano da Fé;
3- O CIC
e a Nova Evangelização.
O professor Joel mal conseguiu
terminar de proferir sua fala, pois o Papa Francisco apareceu no fundo da sala
Paulo VI antes do horário previsto provocando uma grande agitação em toda
assembléia, com jeito descontraído andou pelo corredor e cumprimentou a todos
por mais de 25 minutos.
(http://catequeseebiblia.blogspot.com.br/2013/09/congresso-internacional-de-catequese.html)
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Mensagem do Papa aos catequistas
Francisco aos catequistas: sejam criativos, não tenham medo de romper os esquemas para anunciar o Evangelho
"É preciso bons catequistas!", exclamou, agradecendo aos presentes por esse serviço "à Igreja e na Igreja". "Mesmo se por vezes pode ser difícil, há muito trabalha, se esforça e não se veem os resultados desejados, educar na fé é belo! Talvez seja a melhor herança que podemos dar: a fé! Educar na fé" para que cresça.
Ajudar as crianças, os adolescentes, os jovens a conhecer e a amar sempre mais o Senhor é uma das aventuras educacionais mais bonitas, se constrói a Igreja! 'Ser' catequistas! Não trabalhar como catequistas, eh! – observou.
Isso não serve! Eu trabalho como catequista porque gosto de ensinar... Mas se você não é catequista, não serve! Não será fecundo! Não será fecunda! "Catequista é uma vocação: 'ser catequista', essa é a vocação; não trabalhar como catequista. Vejam bem, não disse 'trabalhar como catequista, mas sê-lo', porque envolve a vida. E assim se conduz ao encontro com Jesus com as palavras e com a vida, com o testemunho".
Francisco convidou a recordar aquilo que Bento XVI disse: "A Igreja não cresce por proselitismo. Cresce por atração". "E aquilo que atrai – precisou o Papa – é o testemunho. Ser catequista significa dar testemunho da fé; ser coerente na própria vida. E isso não é fácil! Não é fácil. Nós ajudamos, conduzimos ao encontro com Jesus com as palavras e com a vida, com o testemunho."
Em seguida, recordou aquilo que São Francisco de Assis dizia a seus confrades: "Preguem sempre o Evangelho e se fosse necessário também com as palavras". Mas antes vem o testemunho: "que as pessoas vejam o Evangelho em nossa vida. E 'ser' catequistas requer amor, amor sempre mais forte a Cristo, amor a seu povo santo. E esse amor não se compra nas casas comerciais; não se compra nem mesmo aqui em Roma. Esse amor vem de Cristo! É um presente de Cristo!
É um presente de Cristo! E se vem de Cristo parte d'Ele e nós devemos partir novamente de Cristo, desse amor que Ele nos dá. O que significa esse partir novamente de Cristo, para um catequista, para vocês, também para mim, porque também eu sou um catequista? O que significa?
O Papa respondeu com três coisas. Em primeiro lugar, partir novamente de Cristo significa ter familiaridade com Ele. Mas ter familiaridade com Jesus: Jesus o recomenda com insistência aos discípulos na Última Ceia, quando se aproxima a viver a doação mais alta de amor, o sacrifício da Cruz.
Jesus utiliza a imagem da videira e dos ramos e diz: permaneçam em meu amor, permaneçam junto a mim, como os ramos na videira. "Se estivermos unidos a Ele – observou Francisco – podemos dar fruto, e essa é a familiaridade com Cristo. Permanecer em Jesus!" É um permanecer apegado a Ele, "com Ele, falando com Ele: mas, permanecer em Jesus".
"A primeira coisa para um discípulo – prosseguiu – é estar com o Mestre, ouvi-lo, aprender d'Ele. E isso vale sempre, é um caminho que dura a vida inteira."
O Papa contou um episódio: "Numa de minhas saídas, aqui em Roma, numa missa aproximou-se um senhor, relativamente jovem e me disse: 'Padre, prazer conhecê-lo, mas não creio em nada! Não tenho o dom da fé! Entendia que era um dom... 'Não tenho o dom da fé! O que me diz?' 'Não desanime. Cristo lhe quer bem. Deixe-se olhar pelo Senhor! Nada mais que isso'.
E isso digo a vocês: deixem-se olhar pelo Senhor! – exortou o Santo Padre:
"Entendo que para vocês não è tão simples: especialmente para quem é casado e tem filhos, é difícil encontrar um tempo longo de calma. Mas, graças a Deus, não é necessário fazer todos do mesmo modo; na Igreja há variedade de vocações e variedade de formas espirituais; o importante é encontrar o modo adequado para estar com o Senhor; e isso se pode, é possível em qualquer estado de vida."
O Papa acrescentou o segundo elemento: "partir novamente de Cristo significa imitá-lo no sair de si e ir ao encontro do outro. Essa é uma experiência bonita, e um pouco paradoxal. Por qual motivo? Porque quem coloca no centro da própria vida Cristo, se descentra! Quanto mais se une a Jesus e Ele se torna o centro da sua vida, mais Ele o faz sair de si mesmo, o descentra e abre você aos outros.
"O coração do catequista vive sempre esse movimento de 'sistole – diastole': união com Jesus – encontro com o outro. Sistole – diastole. Se falta um desses dois movimentos, não bate mais, não pode viver."
O terceiro elemento, que está sempre nessa linha: "partir novamente de Cristo significa não ter medo de ir com Ele às periferias". De fato, o Pontífice exortou a não ter medo de caminhar com Jesus às periferias:
"Se um catequista se deixa tomar pelo medo, é um covarde; se um catequista está tranqüilo acaba por tornar-se uma estátua de museu; se um catequista é rígido torna-se estéril. Pergunto-lhes: alguém de vocês quer ser covarde, estátua de museu ou estéril?"
Francisco pediu criatividade e nenhum medo de sair dos próprios esquemas: isso caracteriza um catequista. Quando permanecemos fechados em nossos esquemas, nossos grupos, nossas paróquias, nossos movimentos – explicou – ocorre o que acontece a uma pessoa fechada em seu quarto: adoecemos.
A certeza que deve acompanhar todo catequista – acrescentou Francisco é que Jesus caminha conosco, nos precede. "Quando pensamos ir longe, a uma periferia extrema, Jesus está lá."
domingo, 29 de setembro de 2013
Sacramentos da Iniciação Cristã - aula de Sábado 28/09
1 – BATISMO –
é o fundamento de toda a vida cristã. É o sinal de aliança com Deus.
Pelo Batismo somos libertados do pecado, regenerados como filhos de Deus
e renovado no Espírito Santo (Jo 3, 1-8), (Mc 16, 15-17).
2 – CRISMA
– é a consumação da graça batismal. Por este sacramento somos
vinculados mais perfeitamente à Igreja, enriquecidos da Força do
Espírito Santo, para sermos testemunhas de Jesus Cristo, em palavras e
obras. (Ef 1, 13).
3 – EUCARISTIA – é a memória da morte e ressurreição de
Nosso Senhor Jesus Cristo. É o sacramento do AMOR, sendo um sinal da
unidade. Banquete pascal em que Jesus Cristo é recebido como alimento. A
Eucaristia é a fonte e ápice de toda a vida cristã. Nela contém todo o
bem espiritual da Igreja. O que é o próprio Jesus Cristo. Neste sacramento somos unidos a Cristo, que nos torna participantes de seu corpo e sangue tornando-os um
só corpo em Jesus Cristo. Foi na última ceia que Nosso Salvador, Jesus
Cristo, Instituiu o Sacrifício Eucarístico, de seu Corpo e Sangue (Mt
26, 26-29).
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Que tipo de Bíblia você tem em casa?
1ª Bíblia
Triste : Sou a
Bíblia triste, meu dono até que me lê, mas não interpreta corretamente minhas
Palavras e não pratica meus ensinamentos.
2ª Bíblia
Rasgada: Sou a
Bíblia rasgada, dentro de mim estão escritas palavras doce como o
mel, mas meu dono muito desligado, me deixa em qualquer lugar e nas mãos de
quem não tem cuidado!
3ª Bíblia
Suja:
sou a Bíblia Suja, sou colocada na estante como objeto de decoração. Fico
lá no mesmo lugar, sempre aberta na mesma página, no mesmo salmo, pegando
poeira. Ninguém me tira dali para ler e meditar meu conteúdo!
4ª Bíblia
desanimada e esquecida: Sou a Bíblia esquecida e desanimada. Meu dono não me usa, não me leva
para o grupo de oração, para os encontros de catequese... às vezes até me leva,
mas depois não me procura mais. Fico lá no canto até a próxima semana. Se
esquece de que sou a fonte inspiradora, luz que ilumina, Palavra que conforta,
Pão que alimenta!
5ª Bíblia
Feliz: sou a
Bíblia Feliz, sirvo sempre que sou desejada. Meu dono me carrega com orgulho,
Me lê, acredita em minhas Palavras, pois sabe que sou para os cristãos a
espada.
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