Vem aí a Maratona Bíblica!!!
Uma parceria da livraria Paulinas com a
Arquidiocese.
O articulador da Maratona Bíblica no nosso Vicariato
Soledade é o professor Aderson Viana.
Dúvidas ou informações nos envie uma mensagem via Facebook.
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domingo, 7 de agosto de 2016
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Introdução aos 10 Mandamentos - Prof. Aderson Viana
Para refletir:
1º) Qual a chave que abre o sentido
dos 10 mandamentos?
R. “Eu sou Javé” . Reconhecer que quem tá falando é Javé (Eu Sou).
Identidade do amor de Deus.
2º) Que caminho os 10 Mandamentos nos indicam?
R. Indicam o caminho que o povo deve percorrer desde a casa da escravidão
(Egito) até a plena liberdade junto de Deus. Ex 19
Pela lei dos 10 Mandamentos Deus oferece o caminho certo para:
1. O povo nunca mais voltar a viver na
escravidão;
2. O povo conservar a liberdade que
conquistou saindo do Egito;
3. O povo viver na justiça e na
fraternidade;
4. O povo ser um povo organizado, sinal
de Deus no mundo;
5. O povo organizado em comunidade ser
uma resposta ao clamor de toda a humanidade;
6. O povo ser um anúncio e uma amostra
daquilo que Deus quer para todos;
7. O povo chegar à pátria perfeita do
amor de Deus e ao próximo.
3º) Quais as sete
perguntas que orientam o estudo de cada mandamento?
1. Qual o clamor ou qual a opressão que
este mandamento quer combater?
2. Qual o bem ou qual o valor que este
mandamento quer introduzir na vida do
povo?
3. Como os maus fariseus do tempo de
Jesus observavam este mandamento?
4. Como Jesus observou e completou este
mandamento?
5. Como este mandamento está sendo
observado por cada um de nós?
6. Como este mandamento está sendo
observado no nosso país como um todo?
7. Como este mandamento pode iluminar os
trabalhos da comunidade?
4º) 1º ao 3º mandamentos das exigências do amor de Deus (Mt,22,37-38) –
Respondendo as sete perguntas acima:
Primeiro Mandamento: ‘’AMAR
A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS’’ Êxodo
20,3-6
1. Não adorar outros deuses, não
fazer ídolos e não prostrar-se diante deles, nem servi-los
2. O amor a Deus sobre todas as
coisas entre o céu e a terra.
3. Eles eram tementes a Deus,
mas eram incoerentes com a prática da lei. Eles ensinavam, mas não a praticavam.
4. Jesus observou que não mais havia
amor ao próximo e completou: ‘’Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo
como a ti mesmo. ’’
5. Observo que meu amor a Deus é
verdadeiro quando amo ao meu irmão e que este amor deve ser revelado ao próximo
(nossos irmãos), em obras e serviços.
6. O povo brasileiro está sendo cada
vez mais individualista, buscando mais bens materiais do que espirituais.
Trocando o Deus verdadeiro por idólatras, tais como: dinheiro, poder, status,
prazer, etc.
7. Levar para a comunidade um Deus
misericordioso, justo, amoroso em forma de atos de solidariedade e
fraternidade.
Grupo 1: Tânia Mara, Amarildo, Valéria Luíza, Norma e Gilene.
Segundo
Mandamento: “NÃO TOMAR SEU SANTO NOME EM VÃO” Ex 20,7
1. A manifestação do nome de Deus para
justificar e reforçar a opressão.
2. Saber respeitar as coisas santas;
3. Eles invocavam o nome de Deus para
oprimir o povo. Diziam “Senhor, Senhor, mas não praticavam a Palavra de Deus.
4. No Sermão da Montanha Jesus disse
para não jurar em hipótese alguma. Mais que isso vem do maligno. (CIC 2153)
5. Não usamos o nome de Deus em vão.
6. No Brasil o nome de Deus é banalizado
em músicas, pelos políticos e na mídia.
7. A comunidade deverá usar o nome de
Deus para bendizê-lo, louvá-lo e glorificá-lo.
Grupo 2 composto por: Tereza Diniz, Mª Dalva de
Souza, Nildson Elias e Aluízio dos Santos.
Terceiro
Mandamento: “GUARDAR DOMINGOS E FESTAS” Ex 20,8-11
1. De santificação do dia do Senhor.
Combater os prazeres que o mundo nos oferece.
2. Um momento de repensar nossos valores
e se eles estão adequados ao que o Senhor nos pede. E traçar metas para o nosso
caminhar.
3. Não davam importância a este dia.
4. Cristo permite que mesmo no dia do
Senhor devemos praticar o bem, o amor, a compaixão porque o sábado foi feito
para o homem e não o homem para o sábado.
5. Como estamos na caminhada da
santidade procuramos respeitar e por em pratica este mandamento.
6. Para alguns, trabalho, para outros
com a família, para outros ainda o dia dos prazeres do mundo.
7. Despertar para o verdadeiro sentido
do dia do Senhor que é expressar a nossa gratidão e lealdade ao Senhor.
Grupo 3: Eliana
Cristina, Maria das Dores, Cíntia Santos, Laura Alves e Semíramis Costa.
domingo, 29 de setembro de 2013
Sacramentos da Iniciação Cristã - aula de Sábado 28/09
1 – BATISMO –
é o fundamento de toda a vida cristã. É o sinal de aliança com Deus.
Pelo Batismo somos libertados do pecado, regenerados como filhos de Deus
e renovado no Espírito Santo (Jo 3, 1-8), (Mc 16, 15-17).
2 – CRISMA
– é a consumação da graça batismal. Por este sacramento somos
vinculados mais perfeitamente à Igreja, enriquecidos da Força do
Espírito Santo, para sermos testemunhas de Jesus Cristo, em palavras e
obras. (Ef 1, 13).
3 – EUCARISTIA – é a memória da morte e ressurreição de
Nosso Senhor Jesus Cristo. É o sacramento do AMOR, sendo um sinal da
unidade. Banquete pascal em que Jesus Cristo é recebido como alimento. A
Eucaristia é a fonte e ápice de toda a vida cristã. Nela contém todo o
bem espiritual da Igreja. O que é o próprio Jesus Cristo. Neste sacramento somos unidos a Cristo, que nos torna participantes de seu corpo e sangue tornando-os um
só corpo em Jesus Cristo. Foi na última ceia que Nosso Salvador, Jesus
Cristo, Instituiu o Sacrifício Eucarístico, de seu Corpo e Sangue (Mt
26, 26-29).
sábado, 10 de agosto de 2013
Feliz Dia do Diácono
O DIACONATO PERMANENTE
Assim como no dia 4,
comemoramos o “Dia do Padre”, na festa de Cura d´Ars, no dia 10 de agosto a
Igreja comemora o “Dia do Diácono” na festa do mártir São Lourenço patrono dos
Diáconos. Mas quem são os Diáconos na Igreja Católica? Trata-se do primeiro
grau no Sacramento da Ordem historicamente criado no capítulo 6 dos Atos dos
Apóstolos. Para o Diaconato Permanente podem ser ordenados homens casados. Na
Igreja nascente havia grande necessidade de ministros para auxiliarem os
apóstolos na área da caridade para atender sobretudo as viúvas de origem grega.
Assim, foram ordenados sete homens “de boa fama, repletos do Espírito e de sabedoria”.
Nas palavras do papa Paulo VI: “Com a
vossa ordenação {diaconal} estais configurados a Cristo na sua função de Servo.
Vós deveis também ser sinais vivos da condição de servos da sua Igreja”. Os diáconos exercem seu ministério
partilhando inúmeros serviços com os
agentes de pastoral. Todavia, por força da ordenação, eles contam com a
graça sacramental, pela qual, junto com os bispos e presbíteros, são postos à
parte para uma missão específica. O
Documento de Puebla afirma que o diácono recebe uma graça sacramental própria
para ser sinal sacramental de Cristo-Servo.
O Diaconato é sacramento
da caridade aos pobres e excluídos no sentido amplo. Assim, o diácono não é
ordenado para si mesmo, nem para colocar-se acima dos leigos, nem para desempenhar funções diferentes dos
presbíteros e dos bispos, mas pela sua vida e testemunho, incorporado à Igreja
por meio de um Sacramento, ele deve revelar uma dimensão especial da diaconia
(serviço), do sacerdócio e do mistério de Cristo, ajudando a construir um mundo
mais de acordo com o Projeto de Deus.
Em relação aos padres, o
diácono permanente contribui com sua larga experiência de inserção na vida
familiar e profissional e no mundo, podendo ajudá-los, especialmente os mais
jovens. "Fortalecidos com a graça sacramental,
os diáconos servem ao povo de Deus na diaconia da liturgia, da Palavra e da
caridade, em comunhão com o bispo e o presbitério" (LG 29). Segundo a
tradição apostólica, o diácono participa da missão plena do bispo, realizando
sua função não apenas em nome do bispo e com sua autoridade, mas em nome de
Cristo e com sua autoridade, mediante a consagração do Espírito Santo. Em seu
grau, participa da missão de Cristo Mediador, Cabeça e Pastor.
O Concílio Vaticano II, no
texto da restauração do diaconato, lembra: “Dedicados aos ofícios da caridade e
da administração, lembrem-se os diáconos do conselho do bem-aventurado
Policarpo: ‘Misericordiosos e diligentes, procedam em harmonia com a verdade do
Senhor, que se fez servidor de todos’” (LG 29).
sábado, 13 de julho de 2013
Apocalipse
Livros sugeridos pelo prof. Aderson Viana:
O livro é escrito no final do reinado de Domiciano (81 a 96), quando João esteve exilado na ilha de Patmos.
O livro é escrito no final do reinado de Domiciano (81 a 96), quando João esteve exilado na ilha de Patmos.
O Termo
Apocalipse vem do grego - Apokálypsis Ioánnou -. Ele ocorre dezoito vezes no
Novo Testamento com o sentido geral de revelação - tirar o véu -, mas é
empregado em alguns casos como palavra consagrada para designar a revelação de
verdade evangélica até então envolta em véu
- ou seja, revelação de Deus aos homens -,
principalmente a grande realidade de Jesus Cristo como Senhor e Juiz
Supremo.
Sete chaves para ler o
Apocalipse
1ª - Livro da resistência: Ele usa imagens à
primeira vista alienantes. Todavia, quer abrir os olhos das pessoas, torná-las
conscientes da opressão e exploração a que são submetidas, estimulando-as à
resistência. O livro do Apocalipse é, pois, um livro de resistência. Sem essa chave
(que quer dar ânimo e apoiar contra os a aguda opressão política e extrema
exploração econômica), ele se torna um livro estranho e alienado. Quem possui a
chave da resistência encontra nele a utopia dos explorados que se organizam e,
confiando no Deus da liberdade e da vida, lutam para reconquistar o que lhes
pertence por direito: a liberdade e a vida.
2ª - Livro da denúncia: A denúncia era a ferramenta mais importante dos profetas. A
denúncia das injustiças sociais foi absorvida pelas preocupações dos sacerdotes
em relação ao culto - não podemos esquecer a nossa época de ditadura -. Na maioria
das vezes, os profetas olhavam para dentro do próprio país, denunciando os
desmandos das autoridades políticas que levavam o povo à idolatria. O
Apocalipse é então um livro de denúncia profética que leva à resistência.
3ª - Livro de celebração: O Apocalipse não
fala do fim do mundo, mas do modo como Deus quer que seja a nossa sociedade. Isso dá muita
esperança e garra aos grupos comprometidos com lutas populares. Esse fato deve
ser celebrado a cada passo, a cada pequena vitória. Esta é a razão pela qual o
Apocalipse é um livro de celebração: Jesus venceu e, com ele, nós também já
vencemos.
Portanto, a
comunidade é o melhor lugar para se ler o Apocalipse. O próprio livro (cf. 1,3)
nos sugere como fazê-lo: ler, escutar (assimilar e discernir), denunciar
(profetizar) e praticar (resistir)
juntos, movidos pela vitória do Ressuscitado. - No parâmetro da CNBB é ver,
julgar e agir.
4ª -Livro do testemunho: O Apocalipse pode ser chamado, com razão, de
livro do testemunho: "João testemunha que tudo quanto viu é Palavra de
Deus e Testemunho de Jesus Cristo" (1,2). Testemunho é martírio, é o
tronco do qual nasceram os três ramos: resistência, denúncia e celebração.
Quando o
Apocalipse foi escrito, a maior parte do mundo estava sob a dominação do
império romano. O império controlava todas as pessoas sob todos os pontos de
vista: político, econômico, religioso. . . Para manter a pirâmide da dominação,
fortaleceu-se o culto ao imperador, obrigando todos os povos a adorar o chefe
supremo do império. Nas principais cidades do império havia templos para o
culto ao imperador. Quem não se submetesse ao regime era denunciado e morto.
No dizer do
próprio Apocalipse, deviam morrer todos os que não recebessem a marca da Besta na
mão direita ou na fronte; e quem não
tivesse a marca, o nome da Besta ou o número do seu nome, não podia comprar nem
vender, ou seja, não podia fazer nada (Cf. 13,16-17).
5ª -Livro da felicidade: O escritor espalhou
sete bem-aventuranças ao longo do livro (1,3;14,13; 16,15; 19,9; 20,6; 22,7;
22,14). No Apocalipse, o número 7 é sinônimo
de perfeição. A felicidade verdadeira é, mediante a resistência, a denúncia, a
celebração e a martiria, participar do banquete de casamento do Cordeiro
tornando-se esposa dele, ou seja, criando uma sociedade justa e fraterna.
6ª - Livro urgente: O escritor não pensava
no fim do mundo. O tempo de que fala é a resistência, a denúncia a celebração e
o testemunho (martírio). Sem isto, a Nova Jerusalém não irá acontecer . . .
Nesse sentido, ele continua sendo livro urgente também para nós.
7ª - Livro da esperança: O Apocalipse não
incute medo. Ele devolve esperança às comunidades que lutam por um mundo novo.
Essa esperança vêm: 1 - Cap. 4 - visão
do trono: Deus é o Senhor da história e a governa segundo o seu projeto; 2 -
Cap. 5 - O cordeiro (Jesus Ressuscitado) venceu para sempre a morte; 3 - Caps. 21-22 -: A Nova Jerusalém, símbolo
da sociedade plenamente fraterna, desce do céu para a terra, para o meio da
nossa história e caminha. O Paraíso não está às nossas costas, e sim à nossa
frente, no horizonte de nossa história.
7 cartas às 7
comunidades
1 - Éfeso - Capital da província romana da
Ásia Menor. Para lá convergiam todas as religiões da Ásia e da Europa - deusa
nacional Diana - sensual
2 - Esmirna - Cidade importante intitulada
pelos judeus de "sinagoga de Deus", interpretada como sinagoga de
Satanás
3 - Pérgamo - Cidade onde se prestava o
culto aos imperadores - trono de Satanás
4 - Tiatira - Cidade situada na estrada de
Pérgamo para Sardes
5 - Sardes - situada ao norte de Éfeso
6 - Filadélfia - Cidade sem importância
7 - Laodicéia - Cidade destruída por um
terremoto no ano 60, à qual Paulo escreve uma carta (Col 4,16).
Cinco passos para identificar a
estrutura das cartas às sete Igrejas:
1º) Endereço
ou destinatário;
2º) Apresentação
de Jesus;
3º) O
julgamento da comunidade (“conheço”);
4º) Um apelo
particular a cada comunidade;
5º) A
promessa ao vencedor (“ao vencedor”)
SÍMBOLOS
7 cabeças =
7 colunas / 7 reis
10 chifres =
sinal de poder / rei
Dragão ou
serpente = o poder do mal
Mulher
grávida = Maria gerando ou a Igreja nascente
Besta fera =
o Império romano
Besta fera
com aparência de cordeiro e voz de dragão = falsos profetas
Epílogo
A história
que o Apocalipse mostra é cheia de conflitos e contradições. Mas Deus é seu
Senhor, e o Cordeiro venceu a morte para sempre. Com eles - e lendo em comunidade
o Apocalipse - nós também vamos vencendo. O mundo novo já nasceu.
Cabe a nós
dar-lhe continuidade. "E o Espírito e a Esposa dizem: "Vem!" E
aquele que ouvir também diga "Vem!" Que aquele que tem sede,
venha; e aquele que vier, receba
gratuitamente, a água da vida!
- O Espírito e a Esposa dizem pelas
comunicações do Espírito Santo.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
PROVÉRBIOS
Provérbios –
Míshlê (em hebraico) – que
significa “sentenças, máximas, normas.”
É talvez, o
mais representativo do gênero sapiencial, os provérbios resumem, em frases
soltas, o conhecimento popular e a experiência da vida, tanto na SABEDORIA humana
e divina.
Os provérbios não foram todos escritos por um mesmo autor e
não pertencem todos à mesma época. A maioria nasceu da experiência popular, que foi depois coletada, burilada e
editada por sábios profissionais desde o
tempo de Salomão(950 a.C) até dois séculos depois do exílio (400 a.C)
A divisão do livro é feita em razão de diversos títulos que
introduzem as várias coleções de provérbios:
Título Geral(1, 1-7) – apresenta o título e o argumento do
livro
1ª Seção – (Prólogo 1,8-9,18) – recomenda o estudo da
sabedoria, exortação dirigida aos jovens em forma de conselhos de pai para
filho.
2ª Seção –(A grande coleção salomônica 10,1-22,16) “Provérbios
de Salomão”, constituída de 375 sentenças.
3ª Seção – primeira coleção dos sábios (22,17-24,22) compreendendo
30 sentenças. Provenientes da Sabedoria Egípcia e Babilônica-Assíria.
4ª Seção – segunda coleção dos Sábios (24,23-34) – constitui
um apêndice da anterior , marcando o
caráter pré-exílico.
5ª Seção –
(25,1-29,27) segunda coleção de Salomão – compreende 127 sentenças compostas ou
recolhidas sob o reinado de Ezequias (728-699 a.C)
6ª Seção –
palavras de Agur (30,1-14) – sentença de sábios não-israelitas.
7ª Seção –
provérbios numéricos (30,15- 33) – sentenças de autor anônimo.
8ª
Seção - palavras de Lamuel (31,1-9) –
sábios não israelitas.
9ª Seção –
poema sobre a mulher virtuosa (31, 10-31) – autor anônimo.
O
ensinamento dos Provérbios foi, sem dúvida, bem superado pelo de Cristo, mas
certas máximas anunciam já a moral do Evangelho. A verdadeira religião se
edifica sobre uma base de honestidade humana e o uso de 14 citações e umas 20
alusões no Novo Testamento deste livro, impõe aos cristãos o respeito sobre os
pensamentos dos sábios de Israel.
O livro de
Provérbios, embora escrito há milhares de anos, contém orientação incomparável
para as pessoas que vivem hoje. Leia estas palavras inspiradas regularmente.
Medite nas suas lições. Embora cada provérbio tenha apenas algumas palavras,
sua sabedoria abundante pode fazer a sua vida perdurar de maneira segura e
feliz.
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