segunda-feira, 5 de setembro de 2016
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Que tipo de Bíblia você tem em casa?
Que tipo de Bíblia você tem em casa?
Bíblia Triste : Sou a Bíblia triste, meu dono até que me lê, mas não interpreta corretamente minhas Palavras e não pratica meus ensinamentos.
Bíblia Rasgada: Sou a Bíblia rasgada, dentro de mim estão escritas palavras doce como o mel, mas meu dono muito desligado, me deixa em qualquer lugar e nas mãos de quem não tem cuidado!
Bíblia Suja: sou a Bíblia Suja, sou colocada na estante como objeto de decoração. Fico lá no mesmo lugar, sempre aberta na mesma página, no mesmo salmo, pegando poeira. Ninguém me tira dali para ler e meditar meu conteúdo!
Bíblia desanimada e esquecida: Sou a Bíblia esquecida e desanimada. Meu dono não me usa, não me leva para o grupo de oração, para os encontros de catequese... às vezes até me leva, mas depois não me procura mais. Fico lá no canto até a próxima semana. Se esquece de que sou a fonte inspiradora, luz que ilumina, Palavra que conforta, Pão que alimenta!
Bíblia Feliz: sou a Bíblia Feliz, sirvo sempre que sou desejada. Meu dono me carrega com orgulho, Me lê, acredita em minhas Palavras, pois sabe que sou para os cristãos a espada.
Bíblia Triste : Sou a Bíblia triste, meu dono até que me lê, mas não interpreta corretamente minhas Palavras e não pratica meus ensinamentos.
Bíblia Rasgada: Sou a Bíblia rasgada, dentro de mim estão escritas palavras doce como o mel, mas meu dono muito desligado, me deixa em qualquer lugar e nas mãos de quem não tem cuidado!
Bíblia Suja: sou a Bíblia Suja, sou colocada na estante como objeto de decoração. Fico lá no mesmo lugar, sempre aberta na mesma página, no mesmo salmo, pegando poeira. Ninguém me tira dali para ler e meditar meu conteúdo!
Bíblia desanimada e esquecida: Sou a Bíblia esquecida e desanimada. Meu dono não me usa, não me leva para o grupo de oração, para os encontros de catequese... às vezes até me leva, mas depois não me procura mais. Fico lá no canto até a próxima semana. Se esquece de que sou a fonte inspiradora, luz que ilumina, Palavra que conforta, Pão que alimenta!
Bíblia Feliz: sou a Bíblia Feliz, sirvo sempre que sou desejada. Meu dono me carrega com orgulho, Me lê, acredita em minhas Palavras, pois sabe que sou para os cristãos a espada.
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Mês da Bíblia
Setembro, mês da Bíblia!
Palavra do Arcebispo
A cada ano, a Igreja Católica no Brasil
considera setembro como o “Mês da Bíblia”. Dom José Antônio Peruzzo,
arcebispo de Curitiba e responsável na CNBB pela Ação Bíblica e
Catequética, afirma: “Graças ao bom Deus, a cada ano vemos crescer nas
comunidades de fé o gosto e o sadio anseio por conhecer a Palavra de
Deus. Não é apenas curiosidade. É muito mais do que isso: há no coração
de nossa gente um secreto desejo de sentido e de esperança. Há uma busca
sincera e singela de experiências de fé. Nosso povo quer sentir a
proximidade de Deus”.
No contexto social e político que o Brasil vive nesse momento, é
muito oportuno que, para o mês da Bíblia de 2016, a CNBB tenha escolhido
como tema “Para que nele nossos povos tenham vida” e o lema “”Praticar a
justiça, amar a misericórdia e caminhar com Deus”. Ao menos para os
cristãos, essa palavra aponta um caminho de saída para esse momento de
crise nacional.
Essas palavras que parecem tão atuais foram proferidas no século VIII antes de Cristo, por um lavrador pobre, escolhido por Deus para ser profeta, isso é, porta-voz da palavra divina. Esse homem era membro de uma pequena comunidade e alguém desse grupo que sabia escrever registrou em um pequeno livro essas profecias. Nas nossas Bíblias, o livro de Miquéias está no meio dos “pequenos profetas”, pelo fato do seu texto ser breve, apenas sete capítulos. No entanto, ele foi um dos importantes profetas de Israel. Todos os cristãos conhecem uma profecia de Miquéias, citada pelo evangelho. No tempo em que Jesus nasceu, quando o rei Herodes perguntou aos professores da Bíblia onde o Messias haveria de nascer, esses responderam: “Em Belém de Judá, conforme está escrito no profeta Miquéias”. De fato, Miquéias havia ensinado ao povo que, nos momentos de crise, a salvação não viria das pessoas importantes e sim da pequena comunidade, fiel ao projeto divino. A mensagem de Miquéias se resume na palavra tomada como lema desse mês da Bíblia: “Ó ser humano, já foi te explicado o que é bom e o que Deus pede de você: praticar a justiça, amar a misericórdia e caminhar simplesmente com teu Deus” (Mq 6, 8).
O livro de Miquéias é simples e de leitura fácil. Para ajudar a quem quiser compreender melhor o livro de Miquéias, a CNBB publicou bons subsídios que estão à disposição no site: www.edicoescnbb.com.br
A leitura dessa profecia insiste que o direito dos pobres seja preservado e que quem crê em Deus, sempre os defenda e tenha certeza de que Deus se manifestará sempre a favor dos pobres e injustiçados.
Abençoado e proveitoso mês da Bíblia para todos e todas!
Essas palavras que parecem tão atuais foram proferidas no século VIII antes de Cristo, por um lavrador pobre, escolhido por Deus para ser profeta, isso é, porta-voz da palavra divina. Esse homem era membro de uma pequena comunidade e alguém desse grupo que sabia escrever registrou em um pequeno livro essas profecias. Nas nossas Bíblias, o livro de Miquéias está no meio dos “pequenos profetas”, pelo fato do seu texto ser breve, apenas sete capítulos. No entanto, ele foi um dos importantes profetas de Israel. Todos os cristãos conhecem uma profecia de Miquéias, citada pelo evangelho. No tempo em que Jesus nasceu, quando o rei Herodes perguntou aos professores da Bíblia onde o Messias haveria de nascer, esses responderam: “Em Belém de Judá, conforme está escrito no profeta Miquéias”. De fato, Miquéias havia ensinado ao povo que, nos momentos de crise, a salvação não viria das pessoas importantes e sim da pequena comunidade, fiel ao projeto divino. A mensagem de Miquéias se resume na palavra tomada como lema desse mês da Bíblia: “Ó ser humano, já foi te explicado o que é bom e o que Deus pede de você: praticar a justiça, amar a misericórdia e caminhar simplesmente com teu Deus” (Mq 6, 8).
O livro de Miquéias é simples e de leitura fácil. Para ajudar a quem quiser compreender melhor o livro de Miquéias, a CNBB publicou bons subsídios que estão à disposição no site: www.edicoescnbb.com.br
A leitura dessa profecia insiste que o direito dos pobres seja preservado e que quem crê em Deus, sempre os defenda e tenha certeza de que Deus se manifestará sempre a favor dos pobres e injustiçados.
Abençoado e proveitoso mês da Bíblia para todos e todas!
Dom Antônio Fernando Saburido
Arcebispo de Olinda e Recife
Arcebispo de Olinda e Recife
terça-feira, 30 de agosto de 2016
O QUE É O DOCUMENTO QUE CHAMAMOS DNC - DIRETÓRIO NACIONAL DE CATEQUESE?
Este documento é o "norte" e o direcionamento da catequese no Brasil.
Publicado pela CNBB em 2006 para que os catequistas do Brasil tivessem
embasamento para realizar a catequese nas diversas Igrejas particulares
(dioceses) e nas paróquias.
Ele é, na verdade, um reflexo do documento "Catequese Renovada", de 1983, que veio trazer à catequese do Brasil a renovação que se esperava pós Concílio Vaticano II.
O Diretório Nacional de Catequese é um esforço de adaptação à realidade do Brasil do Diretório Geral para a Catequese. É um documento em que a Igreja do Brasil, por meio da Comissão de Animação Bíblico-Catequética, propõe as grandes orientações para a catequese. Não é um manual para se estudar com os catequizandos, mas, considerações sobre o trabalho da catequese, elaborado com a ajuda dos catequistas de todo o Brasil e catequetas de muitas regiões.
O Diretório é importante por ser uma proposta de sintonia para o trabalho da Igreja, um direcionamento que visa progresso na ação catequética.
O objetivo geral do Diretório Nacional de Catequese é apresentar a natureza e finalidade da catequese, traçar os critérios de ação catequética, orientar, coordenar e estimular a atividade catequética nas diversas regiões. Ele pretende delinear uma catequese litúrgica, bíblica, vivencial, profundamente ligada à mística evangélico-missionária, mais participativa e comunitária.
O documento divide-se em duas partes e oito capítulos.
Na primeira parte, são tratados os fundamentos teológico-pastorais da catequese, a partir da renovação pós-conciliar.
Inicia-se apresentando as conquistas do recente movimento catequético brasileiro (Capítulo 1: Movimento catequético pós-conciliar: conquistas e desafios).
A seguir é aprofundado o tema da revelação e catequese; a catequese dentro da missão evangelizadora da Igreja, como atividade de iniciação à fé (Capítulo 2: A catequese na missão evangelizadora da Igreja).
Após ter sido esclarecida a verdadeira tarefa da catequese, propõe-se uma leitura da realidade brasileira e da história como lugares teológicos da manifestação de Deus (Capítulo 3: Catequese contextualizada: história e realidade).
A mensagem e conteúdo da catequese são considerados no quarto capítulo, destacando-se a Bíblia, a liturgia e os catecismos (Capítulo 4: Catequese: mensagem e conteúdo).
A segunda parte, de caráter mais prático, primeiramente se analisa a pedagogia catequética tendo como fundamento a pedagogia divina, modelo da educação da fé pretendida pela catequese (Capítulo 5: Catequese como educação da fé).
Em seguida enumeram-se os interlocutores no processo catequético (Capítulo 6: Destinatários como interlocutores no processo catequético).
O próximo capítulo destaca o ministério da catequese e seus responsáveis - catequistas, padres, bispos, catequétas (Capítulo 7: O ministério catequético e seus protagonistas).
Por fim, no último capítulo, discute-se o onde e o como devemos organizar nossa catequese (Capítulo 8: Lugares da catequese e sua organização na Igreja particular).
O Diretório, como proposta da Igreja do Brasil, é mais uma oportunidade para que os envolvidos na dimensão bíblico-catequética amadureçam seu ministério e façam ecoar com mais segurança e diretividade sua ação evangelizadora, por meio de um discipulado mais autêntico e uma missão mais consciente.
Ele é, na verdade, um reflexo do documento "Catequese Renovada", de 1983, que veio trazer à catequese do Brasil a renovação que se esperava pós Concílio Vaticano II.
O Diretório Nacional de Catequese é um esforço de adaptação à realidade do Brasil do Diretório Geral para a Catequese. É um documento em que a Igreja do Brasil, por meio da Comissão de Animação Bíblico-Catequética, propõe as grandes orientações para a catequese. Não é um manual para se estudar com os catequizandos, mas, considerações sobre o trabalho da catequese, elaborado com a ajuda dos catequistas de todo o Brasil e catequetas de muitas regiões.
O Diretório é importante por ser uma proposta de sintonia para o trabalho da Igreja, um direcionamento que visa progresso na ação catequética.
O objetivo geral do Diretório Nacional de Catequese é apresentar a natureza e finalidade da catequese, traçar os critérios de ação catequética, orientar, coordenar e estimular a atividade catequética nas diversas regiões. Ele pretende delinear uma catequese litúrgica, bíblica, vivencial, profundamente ligada à mística evangélico-missionária, mais participativa e comunitária.
O documento divide-se em duas partes e oito capítulos.
Na primeira parte, são tratados os fundamentos teológico-pastorais da catequese, a partir da renovação pós-conciliar.
Inicia-se apresentando as conquistas do recente movimento catequético brasileiro (Capítulo 1: Movimento catequético pós-conciliar: conquistas e desafios).
A seguir é aprofundado o tema da revelação e catequese; a catequese dentro da missão evangelizadora da Igreja, como atividade de iniciação à fé (Capítulo 2: A catequese na missão evangelizadora da Igreja).
Após ter sido esclarecida a verdadeira tarefa da catequese, propõe-se uma leitura da realidade brasileira e da história como lugares teológicos da manifestação de Deus (Capítulo 3: Catequese contextualizada: história e realidade).
A mensagem e conteúdo da catequese são considerados no quarto capítulo, destacando-se a Bíblia, a liturgia e os catecismos (Capítulo 4: Catequese: mensagem e conteúdo).
A segunda parte, de caráter mais prático, primeiramente se analisa a pedagogia catequética tendo como fundamento a pedagogia divina, modelo da educação da fé pretendida pela catequese (Capítulo 5: Catequese como educação da fé).
Em seguida enumeram-se os interlocutores no processo catequético (Capítulo 6: Destinatários como interlocutores no processo catequético).
O próximo capítulo destaca o ministério da catequese e seus responsáveis - catequistas, padres, bispos, catequétas (Capítulo 7: O ministério catequético e seus protagonistas).
Por fim, no último capítulo, discute-se o onde e o como devemos organizar nossa catequese (Capítulo 8: Lugares da catequese e sua organização na Igreja particular).
O Diretório, como proposta da Igreja do Brasil, é mais uma oportunidade para que os envolvidos na dimensão bíblico-catequética amadureçam seu ministério e façam ecoar com mais segurança e diretividade sua ação evangelizadora, por meio de um discipulado mais autêntico e uma missão mais consciente.
Ângela Rocha
CNBB. Diretório Nacional de Catequese. Publicações da CNBB. Brasília: Edições CNBB, 2006.QUEM SABE O QUE É "DNC - DIRETÓRIO NACIONAL DE CATEQUESE"?
DNC - DIRETÓRIO NACIONAL DE CATEQUESE
Documento 84 da CNBB, aprovado pela 43ª Assembleia
Geral da CNBB,
em agosto de 2005 e publicado em 2006.
Bom gente, realmente existem
"n" situações. Desde o desconhecimento completo do DNC - Diretório nacional de catequese, até o descaso
mesmo pelo que está escrito nele. O que temos que ter em mente é que é um
documento criado pela Igreja para nos ajudar, dar um direcionamento à catequese,
ou seja, aí está o QUE FAZER, já o "COMO FAZER" cabe muito mais às
dioceses e as próprias paróquias que precisam colocar em prática o que está
escrito nele.
Só que precisamos pensar
também que, em cada Diocese, o Bispo é "soberano" em seu território,
é ele quem deve tomar a iniciativa de colocar a catequese como prioridade em
sua Igreja local e tomar as primeiras medidas para que o DNC seja colocado em
prática. Infelizmente nem todos o fazem, seja por falta de recursos ou mesmo
por questões de se ter outras prioridades na diocese.
Enquanto isso, para tristeza
nossa, vamos deixando passar excelentes oportunidades de evangelização porque
achamos que "nós" não podemos fazer nada a respeito. Eu não penso
assim. Naquilo que nos cabe, ou seja, buscar nossa formação, conhecimento,
engajamento e, sobretudo, RESPONSABILIDADE, é perfeitamente possível correr
atrás, mesmo porque, a tecnologia está aí pra nos ajudar.
Ah, a paróquia e a diocese
não dão formação? Pois hoje temos informação a um toque dos nossos dedos.
Sites, blogs oferecem os documentos da Igreja para download, informações,
sugestões, práticas, experiências... Basta a boa vontade de procurar. Nosso
grupo “Catequistas em Formação” é um exemplo disso, catequistas que se encontram
para trocar experiências. Claro que precisamos tomar cuidado na internet, porque
nem tudo é o que parece ser, mas, de maneira geral existem mais coisa boa que
ruim.
Se temos que
"investir" nisso? Claro que sim, nosso tempo e muitas vezes nosso
dinheiro, porque o que vamos adquirir vai ficar em primeiro lugar PARA NÓS,
depois é que vai para os outros. Muitas comunidades não tem condições de
proporcionar formação ou material aos seus agentes de pastoral.
Aqui atrás de mim eu tenho
uma "biblioteca" bem grande com muitos documentos, livros, apostilas,
manuais que fui adquirindo ao longo do tempo, e com muita “renúncia” a outras
coisinhas, posso garantir. No meu computador eu tenho mais de 3.000 arquivos
sobre catequese. Tenho orgulho de dizer que em 10 anos eu nunca faltei a uma
formação que fosse oferecida pela minha paróquia ou diocese. Já cheguei a
viajar mais de 500 quilômetros para terminar uma pós-graduação em catequética. É
isso que fez e faz a minha formação. Vontade de aprender e de multiplicar isso
aos outros.
Isso porque quando aceitei o
CHAMADO para ser CATEQUISTA eu realmente ACEITEI como VOCAÇÃO. E aceitar um
chamado vocacional é isso. PREPARAR-SE para uma missão e, assim como os padres
e freiras, renunciar a muita coisa do mundo: festas, viagens, famílias às vezes,
diversão, casa... Creio que um dos maiores problemas nossos hoje está nisso,
muitos catequistas não são realmente vocacionados e tratam a catequese como um
passatempo ou uma espécie de palco para exercer suas vaidades. E não estou
falando só de catequistas de base, falo de coordenações, de equipes diocesanas,
nacionais e por aí vai.
Enfim, o Documento está aí:
O Diretório Nacional de Catequese – DNC, não é uma “invenção” dos bispos do
Brasil, ele é uma adaptação local do DIRETÓRIO GERAL DE CATEQUESE – DGC, da
Santa Sé, com as nossas realidades locais. Uma ajuda inestimável para que
façamos ACONTECER a evangelização. Nós todos agora o conhecemos, o temos “em
mãos”, vamos ler e MULTIPLICAR em nossa comunidade o que diz nele. Cobrar –
cobrar sim! – que nosso pároco o conheça também. Mas, ter paciência e
discernimento para compreender que nem tudo é “pra já”, algumas mudanças
demoram a acontecer. Mas, para ACONTECER, elas precisam começar de alguma
forma, em algum lugar. Que tal se as mudanças começarem em nós mesmos?
Ângela Rocha
Catequistas em Formação
terça-feira, 23 de agosto de 2016
VICARIATO VITÓRIA
ROTEIRO PARA TRABALHAR O MÊS DA BÍBLIA NA PARÓQUIA
1- Formar equipe que vai articular a semana Bíblica na Paróquia. (esta equipe vai divulgar e organizar inscrição, maratona. Ver a pessoa que vai trabalhar os encontros,).
2- Enviar até 4 representes da equipe para participar da formação sobre a chave de leitura para trabalhar o livro Profeta Miquéias , e maratona no dia 13 de Agosto na livraria paulinas das 9h ás 12h.
3- Adquirir nas Paulinas o Livro a ser vendido na Paróquia, no valor de 2,00 reais.
IMPORTANTE:
Cada Paróquia de acordo com sua realidade realizará a maratona Bíblica (gincana) em grande estilo (Atividades diversas, música, barracas de lanche etc.).
1- Formar equipe que vai articular a semana Bíblica na Paróquia. (esta equipe vai divulgar e organizar inscrição, maratona. Ver a pessoa que vai trabalhar os encontros,).
2- Enviar até 4 representes da equipe para participar da formação sobre a chave de leitura para trabalhar o livro Profeta Miquéias , e maratona no dia 13 de Agosto na livraria paulinas das 9h ás 12h.
3- Adquirir nas Paulinas o Livro a ser vendido na Paróquia, no valor de 2,00 reais.
IMPORTANTE:
Cada Paróquia de acordo com sua realidade realizará a maratona Bíblica (gincana) em grande estilo (Atividades diversas, música, barracas de lanche etc.).
Vicariato Olinda
Convite a todos os participantes das Paróquias do Vicariato Olinda,
Estudo da Palavra de Deus é Fortaleza para ir e evangelizar!!!!
O Horário será das 19h30 as 21h
Estudo da Palavra de Deus é Fortaleza para ir e evangelizar!!!!
O Horário será das 19h30 as 21h
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Estudo revela que ir à Missa traz benefícios à saúde
Os que vão à Missa recebem de forma palpável os benefícios da graça divina m uma vida mais sã, ordenada, e integrada à comunidade
Da Redação, Gaudium Press
Nos últimos anos vários estudos mostraram que praticar alguma religião traz benefícios para a saúde. O mais recente, realizado pela ‘Harvard Chan School of Public’, chamado ‘Association of religious service attendance with mortality among Women’ (Associação de assistência a serviços religiosos com mortalidade de mulheres), revelou que ir à Missa traz muitos benefícios para a saúde.
De acordo com o estudo, apresentado pelo Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME), as pessoas que participam da Santa Missa com regularidade, ou que são religiosos praticantes, tem 33% menos risco de falecer em comparação daquelas pessoas que não dirijam se à Igreja.
Para obter esta porcentagem, os pesquisadores relacionaram dados sobre a assistência a serviços religiosos e mortalidade entre as mulheres. Dados que foram arrecadados com mais de 74 mil mulheres entre os anos de 1992 a 2012, tendo em conta também outras considerações como antecedentes clínicos, estilos de vida e fatores demográficos.
Segundo a pesquisa, as mulheres que vão à Missa ou que recorrem oração e que participam na Igreja pelo menos uma vez por semana tem 27% menos risco de enfermidade cardiovascular, e 21% menos risco de morrer por câncer.
Sobre este estudo se referiu o Padre Sergio G. Román, do México, que escreveu para SIAME: “A Missa não é um seguro de vida contra a morte, mas sim é um seguro de Vida Eterna que começa já desde esta mesma vida (…) Os que vão à Missa recebem de uma forma palpável os benefícios da graça divina que se manifestam em uma vida mais sã, mais ordenada, mais integrada à comunidade e mais harmônica no familiar. Além disso, “pertencer à Igreja é saudável”. Algo que se vê especialmente no “testemunho constante dos distanciados que retornaram ao seio da Igreja”.
“A enfermidade volta ao homem especialmente vulnerável e necessitado da misericórdia de Deus e por isso Jesus nos deixou como mandato não somente o pregar o Evangelho, mas o visitar e ungir aos enfermos. Seria muito interessante um estudo médico sobre a efetividade do sacramento da Unção dos Enfermos em seus pacientes. A experiência sacerdotal nos ensina que este santo sacramento atua maravilhosamente nos enfermos, dando-lhes fortaleza para lutar contra sua enfermidade, serenidade, tranquilidade de alma e muitas vezes, muito frequentemente, dando-lhes a saúde do corpo”, conclui o Padre Román. (GPE/EPC)
O estudo conclui de maneira contundente: “A religião e a espiritualidade está sendo um recurso pouco apreciado que os médicos deveriam explorar com seus pacientes”.
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