sábado, 9 de abril de 2016

Exortação do Papa sobre a família é publicada no Vaticano


"A alegria do amor que se vive nas famílias é também o júbilo da Igreja. Apesar dos numerosos sinais de crise no matrimônio, 'o desejo de família permanece vivo, especialmente entre os jovens, e isto incentiva a Igreja'. Como resposta a este anseio, 'o anúncio cristão sobre a família é verdadeiramente uma boa notícia'", assim escreve o Papa Francisco no início da Exortação Apostólica pós-sinodal 'Amoris Laetitia', que significa 'A alegria do amor', divulgada hoje (08), no Vaticano. 
Papa com noivos no Vaticano
O documento reúne os resultados dos dois Sínodos sobre a família convocados pelo Papa Francisco em 2014 e 2015 e contribuições de fiéis no mundo inteiro. 
Francisco destaca no início do texto que a caminhada sinodal permitiu analisar a situação das famílias no mundo atual, alargar a perspectiva e reavivar a consciência sobre a importância do matrimônio e da família. O documento afirma ainda que questões doutrinais, morais, espirituais e pastorais complexas tem necessidade de contínuo aprofudamento "com liberdade". 
Francisco disse ainda que redigiu o documento para "orientar a reflexão, o diálogo ou a práxis pastoral" e oferecer "coragem, estímulo e ajuda às famílias na sua doação e nas suas dificuldades". 
coletiva_vaticano_exortacaoO texto foi apresentado durante duas horas em uma coletiva com o Secretário do Sínodo dos Bispos, Cardeal Lorenzo Baldisseri, o Arcebispo de Viena, Cardeal Christoph Schönborn, o sub-secretário do Sínodo dos Bispos, Monsenhor Fabio Fabene e o casal Francesco Miano e Giuseppina De Simone em Miano. A Exortação tem 270 páginas, nove capítulos e encerra com uma oração final à Sagrada Família. 
Segundo os relatores a chave de leitura para o documento é a "misericórdia pastoral", dada a publicação do documento ocorrer na celebração do Jubileu da Misericórdia. 
Em mais de 300 pontos, o Papa dedica a sua atenção à situação atual das famílias e os seus numerosos desafios, desde o fenômeno migratório à “ideologia de gênero”; da cultura do “provisório” à mentalidade “antinatalidade”, passando pelos dramas do abuso de menores.
A Exortação apresenta um olhar positivo sobre a família e o matrimônio, face ao individualismo que se limita a procurar “a satisfação das aspirações pessoais”.
O Papa observa que a apresentação de “um ideal teológico do matrimônio” não pode estar distante da “situação concreta e das possibilidades efetivas” das famílias “tais como são”, desejando que o discurso católico supere a “simples insistência em questões doutrinais, bioéticas e morais”.
Nesse sentido, propõe uma pastoral “positiva, acolhedora, que torna possível um aprofundamento gradual das exigências do Evangelho”.
Católicos divorciados
A respeito dos católicos divorciados que voltaram a casar civilmente, o documento quer abrir um caminho de “discernimento”, sublinhando que não existe uma solução única para estas situações.“Não se devia esperar do Sínodo ou desta exortação uma nova normativa geral de tipo canônico, aplicável a todos os casos”, sublinha Francisco. Tal como aconteceu com o relatório final da assembleia de outubro de 2015, a exortação apostólica pós-sinodal não aborda diretamente a possibilidade de acesso à Comunhão pelos divorciados recasados, que é negada pela Igreja Católica. Entretanto, em uma das notas do texto, o Papa observa que "o discernimento pode reconhecer que, numa situação particular, não há culpa grave". "Ninguém pode ser condenado para sempre, porque esta não é a lógica do Evangelho", escreve Francisco.
O Papa apresenta critérios de reflexão, recordando que há “condicionamentos” e “circunstâncias atenuantes” que podem anular ou diminuir a responsabilidade de uma ação.“Por isso, já não é possível dizer que todos os que estão numa situação chamada ‘irregular’ vivem em estado de pecado mortal”, precisa. Estas pessoas precisam da "ajuda da Igreja", procurando os "caminhos possíveis de resposta a Deus", e "em certos casos, poderia haver também a ajuda dos sacramentos".
Preparação matrimonial 
A Exortação sublinha ainda a importância da orientação dos noivos na preparação para o Matrimônio e do acompanhamento dos casais nos primeiros anos da vida matrimonial e também em algumas “situações complexas” ou “crises”. “É preciso ajudar os jovens a descobrir o valor e a riqueza do Matrimônio”, escreve o Papa.
“A complexa realidade social e os desafios, que a família é chamada a enfrentar atualmente, exigem um maior empenhamento de toda a comunidade cristã na preparação dos noivos”, refere o texto. 
Neste contexto, o pontífice sustenta que só a “união exclusiva e indissolúvel entre um homem e uma mulher” realiza uma função social plena, “por ser um compromisso estável e tornar possível a fecundidade”.

sábado, 12 de março de 2016

Porta Santa... O que é e porque atravessá-la?


Olá Povo de Deus!
Quem nos responde a pergunta que é o título deste post é o próprio Papa Francisco: 

Porta Santa... O que é e porque atravessá-la?
 "Será então uma Porta da Misericórdia, onde qualquer pessoa que entre poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança." (...) Veja o documento.

Mas, para entendermos  a misericórdia que experimentaremos precisamos entender o que são as indulgências e as condições para recebê-las.

Entenda por que é importante receber a indulgência mesmo que  nos confessemos com frequência. 

Todo pecado que cometemos traz consigo uma dupla consequência: a CULPA e a PENA

No Sacramento da Reconciliação, somos perdoados quanto à culpa e não quanto à pena. 

O que apaga esta pena temporal é a indulgência.

A pena temporal (a consequência dos nossos pecados), nos implica em sofrimentos diversos: Tribulações cotidianas,  provas de todo o tipo, doenças graves, e na verdade representam para o cristão um momento de graça, de purificação e expiação.  Pois se esta pena não nos é aplicada em vida será aplicada após a morte (no purgatório).  
No purgatório,  as almas não podem mais fazer algo para receberem indulgências, portanto, elas só podem beneficiar-se se nós os vivos oferecermos em seu favor as indulgências.
Exitem dois tipos de indulgencias:  a Indulgência Parcial e Indulgência Plenária

A indulgência parcial, como o nome diz,  nos redime parcialmente dessa pena. Já a A indulgência plenária apaga totalmente a pena temporal dos pecados já confessados. Veja o documento
E é esta Indulgencia Plenária que recebemos ao atravessar a 
Porta Santa no Ano Jubilar da Misericórdia (08/12/2015 a 20/11/2016
* A indulgência plenária só pode ser adquirida uma vez por dia.

* para cada indulgência plenária é necessária uma comunhão e as orações nas intenções do Sumo Pontífice.
                                                Como chegar a Porta Santa?
"Também para chegar à Porta Santa, tanto em Roma como em cada um dos outros lugares, cada pessoa deverá fazer, segundo as próprias forças, uma peregrinação. " Papa Francisco(...) Veja o documento.
"O Senhor Jesus indica as etapas da peregrinação através das quais é possível atingir esta meta: « Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados. Dai e ser-vos-á dado: uma boa medida, cheia, recalcada, transbordante será lançada no vosso regaço. A medida que usardes com os outros será usada convosco » (Lc 6, 37-38). Papa Francisco (...) 



Espero que passem várias vezes pela Porta Santa!
Eu estou me programando para passar uma vez por mês.  E como só podemos passar uma vez em nossa própria intenção, já vou fazer a minha lista das pessoas que desejo levar para o céu.

Paz de Cristo!
 
 http://www.catequesenanet.com.br/2016/03/porta-santa-o-que-e-e-porque-atravessa.html

quinta-feira, 3 de março de 2016

Explicação do Cartaz da CFE 2016





“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Amós 5,24)

EXPLICAÇÃO DO CARTAZ:

Todas as Campanhas da Fraternidade, que acontecem todo ano no Brasil, tem um tema e um lema que a inspiram. Este ano o versículo que inspirou o processo de criação do cartaz dessa Campanha da Fraternidade Ecumênica foi tirado no Livro do Profeta Amós, que viveu numa época anterior ao nascimento de Jesus e onde existia muita injustiça para com os menos favorecidos. Tal como hoje, quando vemos tantas pessoas sofrendo por falta de condições de habitação e saneamento básico.
O saneamento básico compreende o abastecimento de água potável, o esgoto sanitário, a limpeza urbana, o manejo dos resíduos sólidos, o controle de meios de transmissão de doença e a drenagem de águas pluviais.
O tema da CFE, é “Casa Comum, nossa responsabilidade”. Isso porque vivemos num lugar que pertence a todos: a terra. E é responsabilidade de todos nós, cuidar desta casa. Por isso o segundo objetivo é motivar a vivência ecumênica (independente da religião e da Igreja que frequenta). Todas as pessoas que assumem a fé em Jesus Cristo são chamadas a trabalhar juntas no cuidado da Casa Comum.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica segue a linha de raciocínio da encíclica Laudato Sì, escrita pelo Papa Francisco. Ele apresenta a preocupação com a degradação ambiental, as mudanças climáticas e a pobreza no mundo e aponta o ser humano como o principal responsável pelo aquecimento do planeta, além de alertar para os riscos da privatização da água.
E nem sempre estamos atentos para atitudes simples, por exemplo, o descarte correto do lixo, ligar nossas casas às redes de esgoto, cuidar da água, entre outras. A falta desses cuidados fere a Criação, de forma que, no lugar de flores, jardins e frutos diversos, vemos esgoto a céu aberto, rios poluídos, sujeira por toda parte. E vão desaparecendo muitos animais e plantas e o homem vai ficando doente. 
A terra alegre fica triste. No entanto, a fé em Jesus Cristo nos anima a assumirmos o cuidado com a Casa Comum como resposta ao amor incondicional que Deus oferece a cada um e cada uma de nós. Assumir esse compromisso reacende a esperança de um novo céu e uma nova terra onde habitam a justiça e o direito. 
É isso que expressa o rosto da mulher em destaque no cartaz. Ela reflete um semblante de esperança. Queremos que as mudanças dos valores que nos orientam nessa sociedade de consumo transformem o rio poluído em água cristalina e habitado por muitos peixes, a terra seca em uma terra renovada e abundante. Com essa transformação, poderemos dançar e celebrar a esperança de que o projeto da Casa Comum não terá fim, mas continuará por gerações e gerações. Por isso vemos o esboço de várias pessoas, dançando e segurando uma redoma que simboliza o planeta terra e tudo que tem nele: plantas, frutas, flores, água e um pássaro que significa além dos animais, o Espírito Santo que nos anima nessa mudança. Na imagem também vemos um fundo onde mostra uma área rural e uma urbana. E é isso que o cartaz nos diz: que juntos, podemos efetuar mudanças para o bem da nossa Casa Comum.
Fonte de pesquisa: 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Palavras do Papa sobre a CFE 2016

Queridos irmãos e irmãs do Brasil!

Em sua grande misericórdia, Deus não se cansa de nos oferecer sua bênção e sua graça e de nos chamar à conversão e ao crescimento na fé. No Brasil, desde 1963, se realiza durante a Quaresma a Campanha da Fraternidade. Ela propõe cada ano uma motivação comunitária para a conversão e a mudança de vida. Em 2016, a Campanha da Fraternidade trata do saneamento básico. Ela tem como tema: “Casa comum, nossa responsabilidade”. Seu lema bíblico é tomado do Profeta Amós: “Quero ver o direito brotar como fonte e a justiça qual riacho que não seca”. (Am 5, 24).

É a quarta vez que a Campanha da Fraternidade se realiza com as Igrejas que fazem parte do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (Conic). Mas, desta vez, ela cruza fronteiras: é feita em conjunto com a Misereor, iniciativa dos católicos alemães que realiza a Campanha da Quaresma desde 1958. O objetivo principal deste ano é o de contribuir para que seja assegurado o direito essencial de todos ao saneamento básico. Para tanto, apela a todas as pessoas convidando-as a se empenharem com políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum.

Todos nós temos responsabilidade por nossa Casa Comum, ela envolve os governantes e toda a sociedade. Por meio desta Campanha da Fraternidade, as pessoas e comunidades são convidadas a se mobilizar, a partir dos locais em que vivem. São chamadas a tomar iniciativas em que se unam as Igrejas e as diversas expressões religiosas e todas as pessoas de boa vontade na promoção da justiça e do direito ao saneamento básico. O acesso à água potável e ao esgotamento sanitário é condição necessária para a superação da injustiça social e para a erradicação da pobreza e da fome, para a superação dos altos índices de mortalidade infantil e de doenças evitáveis, e para a sustentabilidade ambiental.

Na encíclica Laudato Si´, recordei que “o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos” (n.30) e que a grave dívida social para com os pobres é parcialmente saldada quando se desenvolvem programas para prover da água limpa e saneamento as populações mais pobres (cf. ibid.) E, numa perspectiva de ecologia integral, procurarei evidenciar o nexo que há entre a degradação ambiental e a degradação humana e social, alertando que “a deterioração do meio ambiente e da sociedade afetam de modo especial os mais frágeis do planeta” (n. 48).

Aprofundemos a cultura ecológica. Ela não pode se limitar a respostas parciais, como se os problemas estivessem isolados. Ela “deveria ser um olhar diferente, um pensamento, uma política, um programa educativo, um estilo de vida e uma espiritualidade que oponham resistência ao avanço do paradigma tecnocrático” (Laudato Si´, n. 111). Queridos irmãos e irmãs, insisto que o rico patrimônio da espiritualidade cristã pode dar uma magnífica contribuição para o esforço de renovar a humanidade. Eu os convido, principalmente durante esta Quaresma, motivados pela Campanha da Fraternidade Ecumênica, a redescobrir como nossa espiritualidade se aprofunda quando superamos “a tentação de ser cristãos, mantendo uma prudente distância das chagas do Senhor” e descobrimos que Jesus quer “que toquemos a carne sofredora dos outros” (Evangelii Gaudium, n. 270), dedicando-nos ao “cuidado generoso e cheio de ternura” (Laudato Si´, n. 220) de nossos irmãos e irmãs e de toda a criação.

Eu me uno a todos os cristãos do Brasil e os que, na Alemanha, se envolvem nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica, pedida a Deus: “ensinai-nos a descobrir o valor de cada coisa, a contemplar com encanto, a reconhecer que estamos profundamente unidos com todas as criaturas no nosso caminho para a vossa luz infinita. Obrigado porque estais conosco todos os dias. Sustentai-nos, por favor, na nossa luta pela justiça, o amor e paz (Laudato Si´, n. 246). Aproveito a ocasião para enviar a todos minhas cordiais saudações com votos de todo bem em Jesus Cristo, único Salvador da humanidade e pedido, que, por favor, não deixem de rezar por mim.

Papa Francisco


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Escola Regional Nordeste 2 de Formação de Catequistas

Aconteceu entre os dias 14 a 17 de janeiro, no Convento Ipuarana (Lagoa Seca-PB) o segundo módulo da escola Regional Nordeste 2 de Formação de Catequistas - Ir Visitatio. 






O curso é realizado em 4 módulos: Querigma (bíblico-catequético), Catecumenato (teológico-catequético), Iluminação (metodológico-catequético) e Mistagogia (litúrgico-catequético). Nesta formação os alunos podem iniciar o curso em qualquer tempo, pois os módulos são independentes podendo realizá-los a parte. Estes módulos são oferecidos sempre em janeiro e julho. O objetivo deste curso é formar formadores de catequistas, além de membros de coordenação diocesanas de catequese.



Participaram da Escola quatro catequistas de nossa arquidiocese: 
  • Diogo Góes (Vicariato Recife Sul 2) que realizou o seu segundo módulo;
  • Eliana Maria de Oliveira (Vicariato Recife Sul 2) que fez o seu primeiro módulo;
  • Liliane Araújo (Vicariato Recife Sul 2) que fez o seu primeiro módulo e 
  • Aldo Araújo (vicariato Olinda) que concluiu os quatro módulos do curso.
Houve missa todos os dias com Dom Mariano, bispo de Mossoró - Natal RN, e referencial da Comissão Regional Nordeste 2.





Durante todo o dia aconteceram as aulas com intervalo para as refeições.







No término das aulas tivemos a cerimônia de entrega dos certificados dos concluintes dos quatro módulos do curso.




Comissão Regional de Animação Bíblico-Catequético 
e alunos do segundo módulo da Escola Regional de Catequese 

O próximo módulo acontecerá nos dias 07 a 10 de julho de 2016. Esperamos a participação de mais catequistas da nossa arquidiocese.

Por Diogo Góes.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Encontro para Coordenadores de Catequese da AOR





Aconteceu no domingo passado, dia 13/12,na Cúria Metropolitana o Encontro para Coordenadores de Catequese da Arquidiocese de Olinda e Recife.
O assunto abordado pelo professor Eduardo Francisco, das Paulinas, foi as Diretrizes para Catequese da AOR.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Formação sobre o Evangelho segundo São João do Vicariato Recife Sul 2

Aconteceu no domingo, dia 27 de setembro de 2015, uma Formação sobre o Evangelho segundo São João do Vicariato Recife Sul 2, no teatro do Colégio Divino Mestre em Piedade, com o tema proposto pela CNBB para este mês dedicado à Bíblia: "Permanecei no meu amor para dar muitos frutos" (Jo 15,8-9)
Contamos com a presença de 75 paroquianos das 18 paróquias de nosso Vicariato entre eles alguns dos novos Ministros Extraordinários da Palavra.
Estudamos o Evangelho de Jesus Cristo segundo São João com o professor Cláudio Vianney da Universidade Católica de Pernambuco.
Agradeço a Deus por podermos participar desta Formação, a todos que colaboraram e participaram deste momento enriquecedor para todos nós e a colaboração dos membros da Comissão de Animação Bíblico-Catequética de nosso Vicariato (Coordenadores das Comissões de Animação Bíblico-Catequética das Paróquias).
Obrigados a todos!

Diogo Góes - presidente da Comissão para Animação Bíblico-Catequética do Vicariato Recife Sul 2

sábado, 12 de setembro de 2015

I Encontro de Catequistas do Vicariato Recife Sul 2

Aconteceu no domingo, dia 30 de agosto de 2015, dia do catequista, o I Encontro de Catequistas do Vicariato Recife Sul 2, no teatro do Colégio Divino Mestre em Piedade, com o tema "Acima de Tudo o Amor!".



Contamos com a presença de 200 catequistas das 18 paróquias de nosso Vicariato.



Iniciamos com um café da Manhã



Tivemos a presença de nosso bispo auxiliar Dom Antônio Tourinho, que exortou os catequistas, falou dos desafios e urgências da missão da catequese e do Plano Pastoral da nossa Arquidiocese. 


A colaboração dos membros da Comissão de Animação Bíblico-Catequética de nosso Vicariato (Coordenadores das Comissões de Animação Bíblico-Catequética das Paróquias).



A participação do Presidente da Comissão de Pastoral para a Liturgia do nosso Vicariato, o diácono Raul Almeida que falou do trabalho conjunto das duas comissões.



Refletimos sobre o tema do encontro durante a manhã sobre a importância do amor que devemos ter para cuidarmos das ovelhas de do Bom Pastor e a tarde sobre a necessidade de permanecermos no amor de Cristo como ramos ligados à videira para produzirmos bons frutos na catequese para o Pai.



Tivemos no fim da manhã uma missa presidida com nosso vigário geral Dom Genival juntamente com os diáconos Raul e Ipojucam.



Almoço.



Tivemos a presença de nosso vigário episcopal, padre Paulo Sérgio que reforçou a importância e o zelo pela liturgia dos sacramentos.



Encerrando com a adoração e bênção do Santíssimo conduzida pelo diácono Marcos Brito.



Agradeço a Deus por podermos participar desta missão neste Encontro, a todos os catequistas e a todos que colaboraram para que este encontro fosse tão enriquecedor e marcante para a catequese de nosso vicariato.

Obrigados a todos!

Diogo Góes - presidente da Comissão de Animação Bíblico-Catequética do Vicariato Recife Sul 2