segunda-feira, 11 de abril de 2016
domingo, 10 de abril de 2016
Nossa Senhora Aparecida nas Paróquias da AOR!
Arcebispo convida a todos para o início da peregrinação da Imagem de Nossa Senhora Aparecida nas paróquias
A peregrinação começa no outro dia 16 de
abril, após a acolhida da imagem, quando dom Fernando retorna de São
Paulo. A recepção da imagem da Mãe de Jesus e Nossa Mãe, vai acontecer
no dia 15, no aeroporto, em carreata rumo à primeira igreja a receber a
réplica, Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Boa Viagem.
No momento, o arcebispo metropolitano
participa da 54ª assembleia geral da Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil (CNBB), no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo e
no seu retorno para Recife, vai trazer a réplica da imagem de Nossa
Senhora Aparecida. A peregrinação nas paróquias é uma preparação para o
jubileu de 300 anos da aparição da imagem Nossa Senhora Aparacida no
Rio Paraíba.
A Rota 300 anos de Aparecida está
sendo pela articulada por meio da Coordenação do Santuário Nacional em
diálogo com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Neste
contexto e sob a aprovação do Conselho Pastoral da CNBB construiu-se,
então, o projeto em vista da evangelização da juventude.
A Pastoral para a Juventude da
Arquidiocese de Olinda e Recife divulgou o calendário local da
peregrinação da imagem de Nossa Senhora Aparecida nas paróquias, que
ficará nos oito vicariatos percorrendo as 121 paróquias da Arquidiocese
por um ano.
Em cada vicariato, a Pastoral para
a Juventude, articula, coordena e participa das celebrações com a
Missa, Leitura orante, Recita do Terço Missionário e Confissões. Além de
acontecer o Festival de Arte Maria com musica, dança coreografia e peça
teatral.
VICARIATO
|
IGREJA PARA CONCENTRAÇÃO
|
DATAS
|
| RECIFE NORTE 1 | Santuário de Nossa Senhora de Fátima- jesuítas | 16 de abril e 30 de maio de 2016 |
| RECIFE NORTE 2 | Morro da conceição- Casa Amarela | 31 de maio e 15 de junho de 2016 |
| RECIFE SUL 1 | Medalha Milagrosa-Socorro-Jaboatão dos Guararapes e Paróquia Nossa Senhora da Paz- Afogados | 16 de julho e 30 de agosto 2016 |
| RECIFE SUL 2 | Santuário de Nossa Senhora dos Prazeres e Nossa Senhora de Fátima- Boa Viagem | 31 de Agosto e 15 de outubro de 2016 |
| VITÓRIA | Nossa Senhora Auxiliadora- Jaboatão dos Guararapes | 16 de Outubro e 30 de novembro de 2016 |
| CABO | Santuário do Santo Cristo e Nossa Senhora do Ó- Ipojuca | 01 de Dezembro e 15 de janeiro de 2017 |
| OLINDA | Catedral de São Salvador-Sé e Santuário da Mãe Rainha- Ouro Preto | 16 de Janeiro e 28 de fevereiro de 2017 |
| IGARASSU | Convento de Santo Antônio- Igarassu | 01 de março e 17 de abril de 2017 |
Fotos: Thiago Lenon – Santuário Nacional
sábado, 9 de abril de 2016
Cartilha
Cartilha Rota300 #Aparecida300anos
Baixe a cartilha Rota300 #Aparecida300anos, e acompanhe as ações da juventude rumo ao Jubileu de 300 anos.
Cartilha Rota300 #Aparecida300anos

Cartilha Rota300 #Aparecida300anos
Selo
Selo
Sobre o Selo
Para marcar os eventos relacionados ao Jubileu, foi criado um Selo Comemorativo.
Na composição do selo, estão elementos
que fazem referência à religiosidade brasileira: a cruz, recordando o
centro de nossa fé; o barco, recordando a pesca milagrosa; e a imagem da
Senhora Aparecida.
O primeiro material a receber o selo foi
o livro ‘Aparecida’, do fotógrafo Fábio Colombini. O livro retrata as
expressões de fé e a arte sacra no Santuário Nacional e foi lançado,
oficialmente, em 18 de agosto de 2013.
Histórico
Conheça mais sobre a história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Clique nos momentos abaixo e confira os textos:
O que é o Jubileu?
Sobre o Jubileu
A imagem milagrosa de Nossa Senhora
Aparecida foi encontrada no rio Paraíba do Sul no ano de 1717. Portanto,
em 2017 a aparição da imagem completará 300 anos.
Em comemoração à data, o Santuário
Nacional de Aparecida promove o Jubileu “300 anos de bênçãos”, com uma
programação devocional e obras de fé que vão nos preparar para o
grandioso tricentenário.
2015 marca o primeiro ano do triênio
preparatório dos 300 anos. Imagens peregrinas estão sendo enviadas a
diversas arqui(dioceses) e Missionários Redentoristas levarão a cada
capital do país uma imagem fac símile da Padroeira. Durante a
peregrinação, serão colhidos porções de terra das capitais brasileiras
para compor uma coroa especial para Nossa Senhora Aparecida.
Em 2016 será inaugurado o Campanário do
Santuário Nacional – sinos estão sendo fabricados na Holanda
especialmente para esta obra que foi projetada por Oscar Niemeyer. A
inauguração do campanário está prevista para o dia 12 de outubro de
2016, na abertura do Ano Jubilar em comemoração aos 300 anos da
aparição.
Acompanhe todos os detalhes do tricentenário pelo nosso site A12.com/jubileu e participe desta festa de fé e devoção.
História do encontro da Imagem
No ano de 1717, três pescadores, levados
por necessidades históricas e econômicas, saíram a pescar, numa época
escassa de peixes. Por ação misteriosa de Deus, chegando ao “Porto de
Itaguassu”, a primeira coisa que caiu em suas redes foi o corpo de uma
imagem quebrada, na altura do pescoço. Num segundo lance de rede,
pescaram a cabeça da mesma imagem. Juntando as duas partes viu-se que se
tratava da Senhora da Conceição. Depois do encontro da Imagem, a pesca
de peixes foi abundante e os pescadores intuíram a presença e ação de
Deus naquele singular evento.
Por assim ter aparecido, o povo chamou-a
de “Aparecida”, nome consagrado pela devoção popular, chegando a ser
proclamada Rainha em 1904, e Padroeira do Brasil em 1930.
Exortação do Papa sobre a família é publicada no Vaticano
"A alegria do amor que se
vive nas famílias é também o júbilo da Igreja. Apesar dos numerosos
sinais de crise no matrimônio, 'o desejo de família permanece vivo,
especialmente entre os jovens, e isto incentiva a Igreja'. Como resposta
a este anseio, 'o anúncio cristão sobre a família é verdadeiramente uma
boa notícia'", assim escreve o Papa Francisco no início
da Exortação Apostólica pós-sinodal 'Amoris Laetitia', que significa 'A
alegria do amor', divulgada hoje (08), no Vaticano.
O documento reúne os resultados dos dois
Sínodos sobre a família convocados pelo Papa Francisco em 2014 e 2015 e
contribuições de fiéis no mundo inteiro.
Francisco destaca no início do texto que
a caminhada sinodal permitiu analisar a situação das famílias no mundo
atual, alargar a perspectiva e reavivar a consciência sobre a
importância do matrimônio e da família. O documento afirma ainda que
questões doutrinais, morais, espirituais e pastorais complexas tem
necessidade de contínuo aprofudamento "com liberdade".
Francisco disse ainda que redigiu o
documento para "orientar a reflexão, o diálogo ou a práxis pastoral" e
oferecer "coragem, estímulo e ajuda às famílias na sua doação e nas suas
dificuldades".
Segundo os relatores a chave de leitura
para o documento é a "misericórdia pastoral", dada a publicação do
documento ocorrer na celebração do Jubileu da Misericórdia.
Em mais de 300 pontos, o Papa dedica a
sua atenção à situação atual das famílias e os seus numerosos desafios,
desde o fenômeno migratório à “ideologia de gênero”; da cultura do
“provisório” à mentalidade “antinatalidade”, passando pelos dramas do
abuso de menores.
A Exortação apresenta um olhar positivo
sobre a família e o matrimônio, face ao individualismo que se limita a
procurar “a satisfação das aspirações pessoais”.
O Papa observa que a apresentação de “um
ideal teológico do matrimônio” não pode estar distante da “situação
concreta e das possibilidades efetivas” das famílias “tais como são”,
desejando que o discurso católico supere a “simples insistência em
questões doutrinais, bioéticas e morais”.
Nesse sentido, propõe uma pastoral
“positiva, acolhedora, que torna possível um aprofundamento gradual das
exigências do Evangelho”.
Católicos divorciados
A respeito dos católicos divorciados que
voltaram a casar civilmente, o documento quer abrir um caminho de
“discernimento”, sublinhando que não existe uma solução única para estas
situações.“Não se devia esperar do Sínodo ou desta exortação uma nova
normativa geral de tipo canônico, aplicável a todos os casos”, sublinha
Francisco. Tal como aconteceu com o relatório final da assembleia de
outubro de 2015, a exortação apostólica pós-sinodal não aborda
diretamente a possibilidade de acesso à Comunhão pelos divorciados
recasados, que é negada pela Igreja Católica. Entretanto, em uma das
notas do texto, o Papa observa que "o discernimento pode reconhecer que,
numa situação particular, não há culpa grave". "Ninguém pode ser
condenado para sempre, porque esta não é a lógica do Evangelho", escreve
Francisco.
O Papa apresenta critérios de reflexão,
recordando que há “condicionamentos” e “circunstâncias atenuantes” que
podem anular ou diminuir a responsabilidade de uma ação.“Por isso, já
não é possível dizer que todos os que estão numa situação chamada
‘irregular’ vivem em estado de pecado mortal”, precisa. Estas pessoas
precisam da "ajuda da Igreja", procurando os "caminhos possíveis de
resposta a Deus", e "em certos casos, poderia haver também a ajuda dos
sacramentos".
Preparação matrimonial
A Exortação sublinha ainda a importância
da orientação dos noivos na preparação para o Matrimônio e do
acompanhamento dos casais nos primeiros anos da vida matrimonial e
também em algumas “situações complexas” ou “crises”. “É preciso ajudar
os jovens a descobrir o valor e a riqueza do Matrimônio”, escreve o
Papa.
“A complexa realidade social e os
desafios, que a família é chamada a enfrentar atualmente, exigem um
maior empenhamento de toda a comunidade cristã na preparação dos
noivos”, refere o texto.
Neste contexto, o pontífice sustenta que
só a “união exclusiva e indissolúvel entre um homem e uma mulher”
realiza uma função social plena, “por ser um compromisso estável e
tornar possível a fecundidade”.
sábado, 12 de março de 2016
Porta Santa... O que é e porque atravessá-la?
Olá Povo de Deus!
Quem nos responde a pergunta que é o título deste post é o próprio Papa Francisco:
Quem nos responde a pergunta que é o título deste post é o próprio Papa Francisco:
Porta Santa... O que é e porque atravessá-la?
"Será então uma Porta da Misericórdia, onde qualquer pessoa que entre poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança." (...) Veja o documento.
Mas,
para entendermos a misericórdia que experimentaremos precisamos
entender o que são as indulgências e as condições para recebê-las.
Entenda por que é importante receber a indulgência mesmo que nos confessemos com frequência.
Todo pecado que cometemos traz consigo uma dupla consequência: a CULPA e a PENA
No Sacramento da Reconciliação, somos perdoados quanto à culpa e não quanto à pena.
O que apaga esta pena temporal é a indulgência.
A pena temporal (a consequência dos nossos pecados),
nos implica em sofrimentos diversos: Tribulações cotidianas, provas de
todo o tipo, doenças graves, e na verdade representam para o cristão um momento de graça, de purificação e expiação. Pois se esta pena não nos é aplicada em vida será aplicada após a morte (no purgatório).
No
purgatório, as almas não podem mais fazer algo para receberem
indulgências, portanto, elas só podem beneficiar-se se nós os vivos
oferecermos em seu favor as indulgências.
Exitem dois tipos de indulgencias: a Indulgência Parcial e Indulgência Plenária
A indulgência parcial, como o nome diz, nos redime parcialmente dessa pena. Já a A indulgência plenária apaga totalmente a pena temporal dos pecados já confessados. Veja o documento
E é esta Indulgencia Plenária que recebemos ao atravessar a
Porta Santa no Ano Jubilar da Misericórdia (08/12/2015 a 20/11/2016
* A indulgência plenária só pode ser adquirida uma vez por dia.
* para cada indulgência plenária é necessária uma comunhão e as orações nas intenções do Sumo Pontífice.
Como chegar a Porta Santa?
"Também
para chegar à Porta Santa, tanto em Roma como em cada um dos outros
lugares, cada pessoa deverá fazer, segundo as próprias forças, uma
peregrinação. " Papa Francisco(...) Veja o documento.
"O Senhor Jesus indica as etapas da peregrinação através
das quais é possível atingir esta meta: « Não julgueis e não sereis
julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis
perdoados. Dai e ser-vos-á dado: uma boa medida, cheia, recalcada,
transbordante será lançada no vosso regaço. A medida que usardes com os
outros será usada convosco » (Lc 6, 37-38). Papa Francisco (...)
Espero que passem várias vezes pela Porta Santa!
Eu estou me programando para passar uma vez por mês. E como só podemos passar uma vez em nossa própria intenção, já vou fazer a minha lista das pessoas que desejo levar para o céu.
Paz de Cristo!
Eu estou me programando para passar uma vez por mês. E como só podemos passar uma vez em nossa própria intenção, já vou fazer a minha lista das pessoas que desejo levar para o céu.
Paz de Cristo!
http://www.catequesenanet.com.br/2016/03/porta-santa-o-que-e-e-porque-atravessa.html
quinta-feira, 3 de março de 2016
Explicação do Cartaz da CFE 2016
“Quero ver o direito brotar como
fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Amós 5,24)
EXPLICAÇÃO DO CARTAZ:
Todas as Campanhas da Fraternidade, que acontecem todo ano no Brasil, tem um tema e um lema que a inspiram. Este ano o versículo que inspirou o processo de criação do cartaz dessa Campanha da Fraternidade Ecumênica foi tirado no Livro do Profeta Amós, que viveu numa época anterior ao nascimento de Jesus e onde existia muita injustiça para com os menos favorecidos. Tal como hoje, quando vemos tantas pessoas sofrendo por falta de condições de habitação e saneamento básico. O saneamento básico compreende o abastecimento de água potável, o esgoto sanitário, a limpeza urbana, o manejo dos resíduos sólidos, o controle de meios de transmissão de doença e a drenagem de águas pluviais.
O tema da
CFE, é “Casa Comum, nossa responsabilidade”. Isso porque vivemos num lugar que
pertence a todos: a terra. E é responsabilidade de todos nós, cuidar desta
casa. Por isso o segundo objetivo é motivar a vivência ecumênica (independente
da religião e da Igreja que frequenta). Todas as pessoas que assumem a fé em
Jesus Cristo são chamadas a trabalhar juntas no cuidado da Casa Comum.
A Campanha da
Fraternidade Ecumênica segue a linha de raciocínio da encíclica Laudato Sì, escrita pelo Papa Francisco.
Ele apresenta a preocupação com a degradação ambiental, as mudanças climáticas
e a pobreza no mundo e aponta o ser humano como o principal responsável pelo
aquecimento do planeta, além de alertar para os riscos da privatização da água.
E nem sempre estamos atentos para atitudes simples,
por exemplo, o descarte correto do lixo, ligar nossas casas às redes de esgoto,
cuidar da água, entre outras. A falta desses cuidados fere a Criação, de forma
que, no lugar de flores, jardins e frutos diversos, vemos esgoto a céu aberto,
rios poluídos, sujeira por toda parte. E vão desaparecendo muitos animais e
plantas e o homem vai ficando doente.
A terra alegre fica triste. No entanto, a fé em
Jesus Cristo nos anima a assumirmos o cuidado com a Casa Comum como resposta ao
amor incondicional que Deus oferece a cada um e cada uma de nós. Assumir esse
compromisso reacende a esperança de um novo céu e uma nova terra onde habitam a
justiça e o direito.
É
isso que expressa o rosto da mulher em destaque
no cartaz. Ela reflete um semblante de esperança. Queremos que as
mudanças dos valores
que nos orientam nessa sociedade de consumo transformem o rio poluído em
água
cristalina e habitado por muitos peixes, a terra seca em uma terra
renovada e
abundante. Com essa transformação, poderemos dançar e celebrar a
esperança de
que o projeto da Casa Comum não terá fim, mas continuará por gerações e
gerações. Por isso vemos o esboço de várias pessoas, dançando e
segurando uma
redoma que simboliza o planeta terra e tudo que tem nele: plantas,
frutas,
flores, água e um pássaro que significa além dos animais, o Espírito
Santo que
nos anima nessa mudança. Na imagem também vemos um fundo onde mostra uma
área rural e uma urbana. E é isso que o cartaz nos diz: que juntos,
podemos
efetuar mudanças para o bem da nossa Casa Comum.
Fonte de pesquisa:
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Palavras do Papa sobre a CFE 2016
Queridos irmãos e irmãs do Brasil!
Em sua grande misericórdia, Deus não se cansa de nos oferecer sua bênção e sua graça e de nos chamar à conversão e ao crescimento na fé. No Brasil, desde 1963, se realiza durante a Quaresma a Campanha da Fraternidade. Ela propõe cada ano uma motivação comunitária para a conversão e a mudança de vida. Em 2016, a Campanha da Fraternidade trata do saneamento básico. Ela tem como tema: “Casa comum, nossa responsabilidade”. Seu lema bíblico é tomado do Profeta Amós: “Quero ver o direito brotar como fonte e a justiça qual riacho que não seca”. (Am 5, 24).
É a quarta vez que a Campanha da Fraternidade se realiza com as Igrejas que fazem parte do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (Conic). Mas, desta vez, ela cruza fronteiras: é feita em conjunto com a Misereor, iniciativa dos católicos alemães que realiza a Campanha da Quaresma desde 1958. O objetivo principal deste ano é o de contribuir para que seja assegurado o direito essencial de todos ao saneamento básico. Para tanto, apela a todas as pessoas convidando-as a se empenharem com políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum.
Todos nós temos responsabilidade por nossa Casa Comum, ela envolve os governantes e toda a sociedade. Por meio desta Campanha da Fraternidade, as pessoas e comunidades são convidadas a se mobilizar, a partir dos locais em que vivem. São chamadas a tomar iniciativas em que se unam as Igrejas e as diversas expressões religiosas e todas as pessoas de boa vontade na promoção da justiça e do direito ao saneamento básico. O acesso à água potável e ao esgotamento sanitário é condição necessária para a superação da injustiça social e para a erradicação da pobreza e da fome, para a superação dos altos índices de mortalidade infantil e de doenças evitáveis, e para a sustentabilidade ambiental.
Na encíclica Laudato Si´, recordei que “o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos” (n.30) e que a grave dívida social para com os pobres é parcialmente saldada quando se desenvolvem programas para prover da água limpa e saneamento as populações mais pobres (cf. ibid.) E, numa perspectiva de ecologia integral, procurarei evidenciar o nexo que há entre a degradação ambiental e a degradação humana e social, alertando que “a deterioração do meio ambiente e da sociedade afetam de modo especial os mais frágeis do planeta” (n. 48).
Aprofundemos a cultura ecológica. Ela não pode se limitar a respostas parciais, como se os problemas estivessem isolados. Ela “deveria ser um olhar diferente, um pensamento, uma política, um programa educativo, um estilo de vida e uma espiritualidade que oponham resistência ao avanço do paradigma tecnocrático” (Laudato Si´, n. 111). Queridos irmãos e irmãs, insisto que o rico patrimônio da espiritualidade cristã pode dar uma magnífica contribuição para o esforço de renovar a humanidade. Eu os convido, principalmente durante esta Quaresma, motivados pela Campanha da Fraternidade Ecumênica, a redescobrir como nossa espiritualidade se aprofunda quando superamos “a tentação de ser cristãos, mantendo uma prudente distância das chagas do Senhor” e descobrimos que Jesus quer “que toquemos a carne sofredora dos outros” (Evangelii Gaudium, n. 270), dedicando-nos ao “cuidado generoso e cheio de ternura” (Laudato Si´, n. 220) de nossos irmãos e irmãs e de toda a criação.
Eu me uno a todos os cristãos do Brasil e os que, na Alemanha, se envolvem nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica, pedida a Deus: “ensinai-nos a descobrir o valor de cada coisa, a contemplar com encanto, a reconhecer que estamos profundamente unidos com todas as criaturas no nosso caminho para a vossa luz infinita. Obrigado porque estais conosco todos os dias. Sustentai-nos, por favor, na nossa luta pela justiça, o amor e paz (Laudato Si´, n. 246). Aproveito a ocasião para enviar a todos minhas cordiais saudações com votos de todo bem em Jesus Cristo, único Salvador da humanidade e pedido, que, por favor, não deixem de rezar por mim.
Papa Francisco
Em sua grande misericórdia, Deus não se cansa de nos oferecer sua bênção e sua graça e de nos chamar à conversão e ao crescimento na fé. No Brasil, desde 1963, se realiza durante a Quaresma a Campanha da Fraternidade. Ela propõe cada ano uma motivação comunitária para a conversão e a mudança de vida. Em 2016, a Campanha da Fraternidade trata do saneamento básico. Ela tem como tema: “Casa comum, nossa responsabilidade”. Seu lema bíblico é tomado do Profeta Amós: “Quero ver o direito brotar como fonte e a justiça qual riacho que não seca”. (Am 5, 24).
É a quarta vez que a Campanha da Fraternidade se realiza com as Igrejas que fazem parte do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (Conic). Mas, desta vez, ela cruza fronteiras: é feita em conjunto com a Misereor, iniciativa dos católicos alemães que realiza a Campanha da Quaresma desde 1958. O objetivo principal deste ano é o de contribuir para que seja assegurado o direito essencial de todos ao saneamento básico. Para tanto, apela a todas as pessoas convidando-as a se empenharem com políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum.
Todos nós temos responsabilidade por nossa Casa Comum, ela envolve os governantes e toda a sociedade. Por meio desta Campanha da Fraternidade, as pessoas e comunidades são convidadas a se mobilizar, a partir dos locais em que vivem. São chamadas a tomar iniciativas em que se unam as Igrejas e as diversas expressões religiosas e todas as pessoas de boa vontade na promoção da justiça e do direito ao saneamento básico. O acesso à água potável e ao esgotamento sanitário é condição necessária para a superação da injustiça social e para a erradicação da pobreza e da fome, para a superação dos altos índices de mortalidade infantil e de doenças evitáveis, e para a sustentabilidade ambiental.
Na encíclica Laudato Si´, recordei que “o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos” (n.30) e que a grave dívida social para com os pobres é parcialmente saldada quando se desenvolvem programas para prover da água limpa e saneamento as populações mais pobres (cf. ibid.) E, numa perspectiva de ecologia integral, procurarei evidenciar o nexo que há entre a degradação ambiental e a degradação humana e social, alertando que “a deterioração do meio ambiente e da sociedade afetam de modo especial os mais frágeis do planeta” (n. 48).
Aprofundemos a cultura ecológica. Ela não pode se limitar a respostas parciais, como se os problemas estivessem isolados. Ela “deveria ser um olhar diferente, um pensamento, uma política, um programa educativo, um estilo de vida e uma espiritualidade que oponham resistência ao avanço do paradigma tecnocrático” (Laudato Si´, n. 111). Queridos irmãos e irmãs, insisto que o rico patrimônio da espiritualidade cristã pode dar uma magnífica contribuição para o esforço de renovar a humanidade. Eu os convido, principalmente durante esta Quaresma, motivados pela Campanha da Fraternidade Ecumênica, a redescobrir como nossa espiritualidade se aprofunda quando superamos “a tentação de ser cristãos, mantendo uma prudente distância das chagas do Senhor” e descobrimos que Jesus quer “que toquemos a carne sofredora dos outros” (Evangelii Gaudium, n. 270), dedicando-nos ao “cuidado generoso e cheio de ternura” (Laudato Si´, n. 220) de nossos irmãos e irmãs e de toda a criação.
Eu me uno a todos os cristãos do Brasil e os que, na Alemanha, se envolvem nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica, pedida a Deus: “ensinai-nos a descobrir o valor de cada coisa, a contemplar com encanto, a reconhecer que estamos profundamente unidos com todas as criaturas no nosso caminho para a vossa luz infinita. Obrigado porque estais conosco todos os dias. Sustentai-nos, por favor, na nossa luta pela justiça, o amor e paz (Laudato Si´, n. 246). Aproveito a ocasião para enviar a todos minhas cordiais saudações com votos de todo bem em Jesus Cristo, único Salvador da humanidade e pedido, que, por favor, não deixem de rezar por mim.
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