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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Pe Elison Silva lançará DVD de formação de catequistas
Acontecerá no dia 17 de dezembro o lançamento do primeiro DVD “Jesus Modelo de Catequista” do Padre Elison Silva, visando a formação de catequistas em nossa Igreja. O lançamento acontecerá às 19h30 na Paróquia Nossa Senhora das Dores, no bairro da Santa Lúcia, Maceió-AL.
Padre Elison é Membro do Grupo de Reflexão Bíblico Catequética - GREBICAT que é formado por Biblistas e Catequetas que assessoram na reflexão, orientação e animação bíblica da catequese e a na animação bíblica de toda Pastoral da CNBB. Membro da Sociedade de Catequetas que tem como finalidade favorecer a convergência de pessoas qualificadas no campo da catequese e o livre intercâmbio de pesquisas e experiências que promovam o avanço nesta área pastoral. É Especialista em Pedagogia Catequética pela PUC-Goiás. Coordenador da Comissão Regional Nordeste 2 de Animação Bíblico Catequética da CNBB. Diretor do Instituto Bíblico Catequético da Arquidiocese de Maceió. Membro da Comissão Arquidiocesana de Animação Bíblico Catequética.
A partir do dia 17 de dezembro o DVD estará disponível para todo o Brasil.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
O tempo do Advento nos restitui o horizonte da esperança
As palavras do papa Francisco
durante o Angelus
CIDADE DO
VATICANO, 01 de Dezembro de 2013 (Zenit.org) - Eis as palavras pronunciadas pelo
Papa Francisco aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro hoje, às
12h00 (hora local), durante a recitação da oração do Angelus.
Queridos
irmãos e irmãs, bom dia!
Iniciamos
hoje, Primeiro Domingo do Advento, um novo ano litúrgico, isso é, um novo
caminho do Povo de Deus com Jesus Cristo, o nosso Pastor, que nos guia na
história para o cumprimento do Reino de Deus. Por isto, este dia tem um encanto
especial, nos faz experimentar um sentimento profundo do sentido da história.
Redescobrimos a beleza de estar todos em caminho: a Igreja, com a sua vocação e
missão, e toda a humanidade, os povos, as culturas, todos em caminho pelos
caminhos do tempo.
Mas em
caminho para onde? Há uma meta comum? E qual é esta meta? O Senhor nos responde
através do profeta Isaías, e diz assim: “No fim dos tempos acontecerá/ que o
monte da casa do Senhor/ estará colocado à frente das montanhas/ e dominará as
colinas./ Para aí correrão todas as gentes,/ e os povos virão em multidão:/
“Vinde, dirão eles, subamos à montanha do Senhor,/ à casa do Deus de Jacó:/ ele
nos ensinará seus caminhos,/ e nós trilharemos as suas veredas”” (2, 2-3). Isto
é aquilo que nos diz Isaías sobre a meta para onde vamos. É uma peregrinação
universal para uma meta comum, que no Antigo Testamento é Jerusalém, onde surge
o templo do Senhor, porque dali, de Jerusalém, veio a revelação da face de Deus
e da sua lei. A revelação encontrou em Jesus Cristo o
seu cumprimento, e o “templo do Senhor” tornou-se Ele mesmo, o Verbo feito
carne: é Ele o guia e junto à meta da nossa peregrinação, da peregrinação de
todo o Povo de Deus; e à sua luz também outros povos possam caminhar rumo ao
Reino da justiça, rumo ao Reino da paz. Diz ainda o profeta: “De suas espadas forjarão relhas de arados,/ e de suas
lanças, foices./ Uma nação não levantará a espada contra a outra,/ e não se
arrastarão mais para a guerra” (2, 4). Permito-me repetir isto que nos
diz o Profeta, escutem bem: “De suas espadas forjarão relhas de arados,/ e de
suas lanças, foices./ Uma nação não levantará a espada contra a outra,/ e não
se arrastarão mais para a guerra”. Mas quando
acontecerá isto? Que belo dia será, no qual as armas serão desmontadas, para se
transformar em instrumentos de trabalho! Que belo dia será aquele! Que belo dia
será aquele! E isto é possível! Apostemos na esperança, na esperança da paz, e
será possível!
Este
caminho não está nunca concluído. Como na vida de cada um de nós, há sempre
necessidade de começar de novo, de levantar-se, de reencontrar o sentido da
meta da própria existência, assim, para a grande família humana é necessário
renovar sempre o horizonte comum rumo ao qual somos encaminhados. O horizonte
da esperança! Este é o horizonte para fazer um bom caminho. O tempo do Advento,
que hoje começamos de novo, nos restitui o horizonte da esperança, uma
esperança que não desilude porque é fundada na Palavra de Deus. Uma esperança
que não desilude, simplesmente porque o Senhor não desilude nunca! Ele é fiel!
Ele não desilude! Pensemos e sintamos esta beleza.
O modelo
desta atitude espiritual, deste modo de ser e de caminhar na vida é a Virgem
Maria. Uma simples moça do campo, que leva no coração toda a esperança de Deus!
Em seu ventre, a esperança de Deus tomou carne, fez-se homem, fez-se história:
Jesus Cristo. O seu Magnificat é o cântico do Povo de Deus em caminho, e de
todos os homens e mulheres que esperam em Deus, no poder da sua misericórdia.
Deixemo-nos guiar por ela, que é mãe, é mãe e sabe como guiar-nos. Deixemo-nos
guiar por ela neste tempo de espera e de vigilância ativa.
A todos
desejo um bom início de Advento. Bom almoço e até mais!
(Tradução:
CN notícias)
domingo, 1 de dezembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Convite
Capela Nossa Senhora das Graças, que faz parte da Paróquia Nossa Senhora do Ó, em Ipojuca, Vicariato Olinda.
domingo, 24 de novembro de 2013
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Aula de amanhã, sábado 23/11.
Amanhã, 23/11(sábado), teremos aula normal no Curso de Formação de Catequistas.
O professor Sandro continuará a aula sobre Mandamentos.
Clique no link abaixo e reveja a aula do Prof Aderson sobre os três primeiros Mandamentos:
http://catequeseaor.blogspot.com/2013/10/introducaoaos-10-mandamentos-prof.html
O professor Sandro continuará a aula sobre Mandamentos.
Clique no link abaixo e reveja a aula do Prof Aderson sobre os três primeiros Mandamentos:
http://catequeseaor.blogspot.com/2013/10/introducaoaos-10-mandamentos-prof.html
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Aviso importante!
Amanhã, 09/11, e 16/11 não haverá aula no Curso de Formação de Catequistas.
Motivo: visita pastoral (9) e Assembleia Arquidiocesana(16).
Motivo: visita pastoral (9) e Assembleia Arquidiocesana(16).
DISCURSO DO PAPA FRANCISCO AOS CATEQUISTAS
DISCURSO DO PAPA FRANCISCO AOS CATEQUISTAS VINDOS A ROMA EM
PEREGRINAÇÃO POR OCASIÃO DO ANO DA FÉ E DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE CATEQUESE
https://docs.google.com/file/d/0B6H5VCnSS1MEOXVWcDNTOWdpOG8/edit?usp=sharing
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Homilia do Santo Padre na santa missa da Jornada dos catequistas, em 29 de setembro.
Francisco: "Se perdermos a memória de Deus
também nós perdemos a consistência"
Roma, 29 de Setembro de 2013 (Zenit.org)
|
Na manhã
desse domingo às 10.30 (hora de Roma), o santo padre celebrou a santa missa
pela Jornada dos Catequistas, por ocasião do Ano da Fé, na praça de São Pedro.
Publicamos a seguir a homilia:
1 . “Ai
dos despreocupados de Sião e daqueles que se consideram tranquilos, ...
deitados em leitos de marfim” (Am 6,1.4 ), comem, bebem, cantam, se divertem e
não se preocupam com os problemas das outras pessoas.
Estas
palavras do profeta Amós são duras, mas chamam a atenção sobre um perigo que
todos nós corremos. O que é que este mensageiro de Deus denuncia, o que é que
coloca diante dos olhos de seus contemporâneos e até mesmo diante de nossos
olhos hoje? O risco do conforto, da comodidade, da mundanidade na vida e no
coração, de colocar no centro da nossa vida o nosso bem-estar. É a mesma
experiência do rico do Evangelho, que vestia roupas de luxo e todos os dias se
dava abundantes banquetes; isto era importante para ele. E o pobre que estava à
sua porta e não tinha nada para matar a fome? Não era problema dele, não lhe
dizia respeito. Se as coisas, o dinheiro, a mundanidade se tornam o centro da
vida, elas nos prendem, nos possuem e nós perdemos a nossa própria identidade de
homens: olhem bem, o rico do Evangelho não tem nome, é simplesmente “um rico”.
As coisas, o que possui, são o seu rosto, não tem outros.
Mas
tentemos perguntar-nos: por que é que isso acontece? Como é possível que os
homens, talvez também nós, caiamos no perigo de encerrar-nos, de colocar a
nossa segurança nas coisas, que no final das contas nos roubam o rosto, o nosso
rosto humano? Isso acontece quando perdemos a memória de Deus. " Ai dos
despreocupados de Sião", dizia o profeta. Se não há memória de Deus, tudo
fica nivelado, tudo vai para o ego, para o meu bem-estar. A vida, o mundo, os
outros, perdem a consistência, não contam para nada, tudo se reduz a uma única
dimensão: o ter. Se perdemos a memória de Deus, até nós mesmos perdemos
consistência, até nós nos esvaziamos, perdemos o nosso rosto como o rico do
Evangelho! Quem corre atrás do nada torna-se ele mesmo um nada – diz outro
grande profeta, Jeremias (cf. Jer 2,5 ) . Nós somos feitos à imagem e
semelhança de Deus, não à imagem e semelhança das coisas, dos ídolos!
2 .
Agora, olhando para vocês, me pergunto: quem é o catequista? É aquele que
protege e nutre a memória de Deus; a guarda em si mesmo e sabe despertá-la nos
outros. É bonito isso: fazer memória de Deus, como Nossa Senhora que, diante da
ação maravilhosa de Deus na sua vida, não pensa na honra, no prestígio, nas
riquezas, não se fecha em si mesma. Pelo contrário, depois de ter acolhido o
anúncio do Anjo e de ter concebido o Filho de Deus, o que faz? Vai, visita à
anciã parente Isabel, também grávida, para ajudá-la; e no encontro com ela o
seu primeiro ato é a memória do atuar de Deus, da fidelidade de Deus na sua
vida, na história do seu povo, na nossa história: “A minha alma engrandece ao
Senhor ... pois olhou para a humildade da sua serva... de geração em geração a
sua misericórdia " (Lc 1,46.48.50 ) . Maria tem memória de Deus.
Neste
cântico de Maria tem também a memória da sua história pessoal, a história de
Deus com ela, a sua própria experiência de fé. E assim é para cada um de nós,
para cada cristão: a fé contém precisamente a memória da história de Deus
conosco, a memória do encontro com Deus, que se move primeiro, que cria e
salva, que nos transforma; a fé é memória da sua Palavra que aquece o coração,
das suas ações de salvação com que nos dá vida, nos purifica, nos cura, nos
alimenta. O catequista é precisamente um cristão que coloca esta memória
ao serviço do anúncio; não para se mostrar, não para falar de si, mas para
falar de Deus, do seu amor, da sua fidelidade. Falar e transmitir tudo o que
Deus revelou, ou seja, a doutrina na sua totalidade, sem tirar ou acrescentar.
São Paulo
aconselha especialmente ao seu discípulo e colaborador Timóteo uma coisa:
“lembra-te, lembra-te de Jesus Cristo, ressuscitado dentre os mortos, que eu
anuncio e pelo qual sofro (cf. 2 Tm 2, 8-9). Mas o apóstolo pode dizer isso
porque ele se lembrou primeiro de Cristo, que o chamou quando era um
perseguidor dos cristãos, o tocou e transformou com a sua Graça.
O
catequista, então, é um cristão que carrega consigo a memória de Deus, se deixa
guiar pela memória de Deus em toda a sua vida, e sabe como despertá-la no
coração dos outros. Isso é exigente! Compromete toda a vida! O que é o mesmo
Catecismo, senão memória de Deus, memória da sua ação na história, do seu
ter-se feito próximo em Cristo, presente na sua Palavra, nos Sacramentos, na
sua Igreja, no seu amor? Caros catequistas, pergunto-lhes: nós somos memória de
Deus? Somos realmente como sentinelas que despertam nos outros a memória de
Deus, que aquece o coração?
3.
"“Ai dos despreocupados de Sião", diz o profeta. Qual o caminho a ser
seguido para não virar pessoas “despreocupadas”, que colocam a sua segurança em
si mesmas e nas coisas, mas homens e mulheres da memória de Deus? Na segunda
leitura, São Paulo, escrevendo a Timóteo, dá algumas indicações que podem
marcar também a trajetória do catequista, o nosso caminho: seguir a justiça, a
piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão (cf. 1 Tm 6 , 11) .
O
catequista é homem da memória de Deus se tiver um relacionamento
constante, vital com Ele e com os outros; se for homem de fé, que confia
realmente em Deus e coloca Nele a sua segurança; se for homem de caridade, de
amor, que vê a todos como irmãos; se for homem de “hypomoné”, de paciência, de
perseverança, que sabe lidar com as dificuldades, provações, fracassos, com
serenidade e esperança no Senhor; se for homem manso, capaz de
compreensão e de misericórdia.
Peçamos
ao Senhor para sermos todos homens e mulheres que guardem e alimentem a memória
de Deus na própria vida e saibam despertá-la no coração dos outros. Amén.
Tradução
Thácio Siqueira
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